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ENTREVISTA

Leia a entrevista do senador Jorge Viana do PT, após derrota

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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PT falhou em não reconhecer que praticou corrupção, diz senador derrotado.

Jorge Viana (AC) perdeu a reeleição ao Senado e seu grupo político ficou fora do governo.

Leia a entrevista

O que explica a onda conservadora que se viu no primeiro turno?

A gente está flertando no Brasil com aquilo que aconteceu nos EUA com a eleição do Trump. É assustador, eu acho que ninguém apaga fogo com gasolina. Fiquei triste de ver uma pessoa chegar no meu estado, pegar um tripé e dizer que ia metralhar as pessoas do partido que ele não gosta. Como é que ele vai pacificar o Brasil? 

Eu sempre tive uma posição ponderada, sou muito crítico do PT, inclusive das alianças que fizemos. Eu nunca deixei de ver que nós temos uma falha no PT que é de não reconhecer claramente que membros do nosso partido ou aliados praticaram corrupção. Mas isso não justifica o que estão fazendo nem com o presidente Lula nem com outros líderes, e também não diminui as coisas bonitas que nós fizemos: a inclusão social, inclusão dos jovens na universidade, atenção ao trabalhador rural, crescimento econômico, pleno emprego. Não é o que eu quero, mas eu prevejo coisas muito ruim para o nosso país nos próximos anos. 

Como o sr. vê essa nova composição do Congresso?

Eu sou muito crítico a essa composição atual. Ela que pariu o impeachment, dela que veio o Bolsonaro. Nós estamos em 2018 e não entramos no século 21. Mas agora vai ficar pior, os que estão vindo vão querer nos levar para as teses do século 19. Mas o que fazer? Eu me sinto entristecido como brasileiro em ver um horizonte tão sem esperança para a frente.

Ainda é possível ter uma virada no segundo turno?

Eu acho que de um lado tem o pior momento para a vida nacional, para esse transe coletivo que estamos vivendo. E do outro lado você tem o melhor candidato, não importa se é do PT, de que partido é. Ele é o melhor para poder estabelecer o diálogo e fazer essa travessia.

Diante disso eu tenho que acreditar ainda que é possível, mas eu digo que numa hora dessas tem que ter uma grande união do Haddad, do Ciro Gomes, porque as pessoas estão vivendo um transe. As lideranças democráticas do país não podem ficar indiferentes, ou cada um de nós vai carregar um pouco dessa culpa. 

O sr. falou em erros do PT. Quais?

Nós mudamos as políticas do Brasil, mas não mudamos a política partidária. Foi ela que nos tragou, a história de ganhar a eleição, fazer alianças. Não fizemos nada de diferente do que os outros partidos já faziam, inclusive o PSDB que dirigiu o país antes da gente. Mas o fato de o PT estar fazendo não tem justificativa e foi um prato feito para setores do Judiciário, da imprensa e para os nossos adversários tentarem apagar o PT do mapa e alcançarem o presidente Lula. E depois que começou o processo de destruição do PT não tinha mais o que fazer.

Agora vamos ter que fazer depois de vencida esta etapa, porque a gente ainda está nela. Acho que o PT tá tendo uma segunda chance, e eu espero que depois da eleição a gente faça uma mudança radical no jeito de fazer política. 

O que poderia ser feito, num presidencialismo de coalizão como o nosso?

Nós ficamos reféns do que se chama de governabilidade. Foi ela que gerou o impeachment, foi em busca dela que a gente destruiu o segundo mandato da Dilma, é em função dela que o Temer chegou ao poder. 

Como mudar isso?

Repactuando. Do ponto de vista da prática, nós temos que ser o exemplo. Já fomos o exemplo antes, mas deixamos de ser. E essa chance do Haddad eu sempre defendia que se ganharmos temos que ter o espírito do Nelson Mandela, de pacificar o país, de brigar até com os nossos para não ir no olho por olho. E a história vai ser implacável. Não fiquem do lado errado da história, mesmo que nós sejamos minoria. A candidatura do Bolsonaro foi viabilizada pelo enjaulamento do presidente Lula. Ele foi impedido de concorrer, impedido de dar entrevista. E os que compactuaram com isso vão querer com o tempo apagar os seus nomes dos livros de história, por vergonha de ter levado o país para um fascismo da era do Whatsapp.

No Acre, o PT perdeu o governo depois de 20 anos e o sr. não foi reeleito para o Senado. Por que esse desempenho tão ruim?

Depois que passa é um pouco mais fácil de entender. Nossos governos lá, seja eu, o Binho ou o Tião [Viana], nós demos contribuição extraordinária para o Acre e isso é reconhecido pelas pessoas. Isso é muito bom. Mas se o PT viveu esse drama todo no plano nacional, essa caçada, claro que o surgimento de uma candidatura como o Bolsonaro, a soma dos nossos erros e essa raiva ao PT afetariam lá. E acho que houve uma certa soberba.

Eu falei: “não é hora de a gente querer ganhar tudo, temos que ter humildade”, e a decisão lá foi de querer ganhar tudo, as duas vagas do senado, o governo, bancada enorme. E o resultado foi péssimo, mas não é hora de apontar culpados. Agora tem que dar tempo ao tempo. Angela Boldrini. Folha SP.

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ENTREVISTA

Bom de voto e querido pelo povo, Tião Bocalom concede entrevista exclusiva; veja o vídeo

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Nesta semana, o criador do slogan “Produzir para empregar – se não roubar, o dinheiro dar”, Tião Bocalom, concedeu uma entrevista exclusiva à Rádio Gazeta 93.3 FM, e falou sobre os bastidores da política acreana, sua atuação, e ainda conversou com ouvintes do programa.

Veja a entrevista:

 

HISTÓRIA

Tião é ex-Presidente Regional do Democratas de 2013 a 2017. Foi vereador em Nova Olimpia (PR), na década de 1980. Foi o primeiro prefeito do município de Acrelândia (AC), entre 1993 à 1996. Foi Secretário Estadual de Agricultura do Estado do Acre, de Janeiro de 1999 à Maio de 2000.Elegeu-se novamente Prefeito de Acrelândia em 2000 e se reelegeu em 2004, exercendo o mandato até abril de 2006 quando tentou disputar o Governo do Estado.

Possui formação em Matemática em 1976 na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari – FAFIMAN e em Ciências Físicas e Biológicas em 1978 pela Faculdade de Ciências Físicas e Biológicas de Umuarama (PR). Mora há mais de 30 anos no Estado do Acre. É Casado com Elisabeth Aparecida Garcia Rodrigues, possuindo um casal de filhos: Luciana e Júnior. Junior faleceu aos 12 anos de idade com leucemia. Luciana casou-se com Josivan, que lhes deram três netas: Isabela, Ana Luisa e Maria Rita.

Por iniciativa do Sebrae, foi reconhecido com o prêmio “Prefeito Empreendedor”. Outra homenagem foi feita pela Caixa Econômica Federal, que reconheceu suas boas práticas implementadas na única cidade planejada do Acre.

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DENÚNCIA

VÍDEO: ´Não vim salvar Tarauacá e nem Feijó´, diz Chiquinho R7 criticando vereadores de Feijó por uso de R$ 60 mil com papel higiênico

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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´Não sou salvador da pátria, não vim salvar Tarauacá e nem Feijó´, diz Chiquinho R7 criticando vereadores de Feijó por uso de R$ 60 mil com papel higiênico.

Veja o vídeo do comunicador popular Chiquinho R7:

 

O famoso repórter web e seus óculos estribados: “O R7 estar preparadíssimo, estou acostumado com altos e baixos”, diz ele. 

Nesta terça-feira, 09, o web-repórter Chiquinho R7, que se apresenta sempre como “ao vivaço e melhor do Acre”, publicou um vídeo expondo as vísceras da política local, e falando sobre as recentes polêmicas no município de Tarauacá, interior do Acre.

Chiquinho R7, seu apelido, já reiterou que disputará a prefeitura de Tarauacá, sua terra natal, e onde mora até hoje. ´´Eu sei como funciona, estou preparadíssimo´´, afirma.

No vídeo, R7 diz ainda que os vereadores de Feijó irão consumir quase R$60 mil só em papel higiênico até o final de 2019.

POLÊMICAS EM TARAUACÁ

Sobre as recentes polêmicas envolvendo os protestos do parlamentar Diógenes Fernandes ´Dólar,´ o comunicador popular o entrevistou.

´Consegui localizar a mulher arranha que arrancou as faixas de protesto do vereador´, diz R7. Veja o vídeo:

 

R7 também entrevistou o ex-presidente da Câmara Municipal de Tarauacá, parlamentar Carlos Tadeu Lopes, sobre as polêmicas envolvendo o recebimento de diárias e gasolina pelos parlamentares. Veja o Vídeo:

 

 

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