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Lei que regulariza arte de grafitar em espaços públicos de Rio Branco é sancionada

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A lei que regulariza e promove a arte de grafitar em espaços públicos da capital acreana, Rio Branco, foi sancionada pela prefeitura. Chamada de “Projeto Arte Grafite”, a lei cria a modalidade do grafite como arte urbanística. O texto foi publicado na edição desta terça-feira (3) do Diário Oficial do Estado (DOE).

Conforme a legislação, o projeto vai implementar políticas educacionais e culturais com objetivo de inibir a prática de atos ilegais que criam no ambiente urbano a poluição visual.

O presidente da Fundação Garibaldi Brasil (FGB), Sérgio de Carvalho, falou que a além de regulamentar a utilização dos espaços públicos, a lei também serve para proteger os grafites.

“A prefeitura de Rio Branco tem um olhar carinhoso para a cultura urbana e o grafite é uma delas. A gente já vem apoiando esse movimento e a ideia é justamente regulamentar essa arte que utiliza espaços públicos. Os grafites transformam a cidade em uma grande galaria a céu aberto”, disse o presidente.

‘Projeto Arte Grafite’ cria a modalidade como arte urbanística na capital acreana (Foto: Assis Lima/Arquivo pessoal)

‘Projeto Arte Grafite’ cria a modalidade como arte urbanística na capital acreana (Foto: Assis Lima/Arquivo pessoal)

Com a nova lei, os artistas que tiverem interesse em grafitar algum espaço público, podem procurar a Fundação para receber informações.

“Quando tiver o desejo de pintar o espaço, os artistas podem nos procurar e a gente faz essa mediação. A Fundação vai ter esse papel de mediação entre o espaço e os artistas”, explicou Carvalho.

A legislação prevê ainda que as obras devem permanecer nos locais pelo prazo mínimo de 10 meses, sendo que cabe à prefeitura a preservação e proteção das obras.

Fonte: G1 – AC

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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