NOSSAS REDES

CAPA

JUSTIÇA CONDENA UNIDADE HOSPITALAR DE SAÚDE

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Condenação foi por danos morais e materiais.

O Juízo da 4ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco condenou, solidariamente, uma unidade hospitalar da Capital Acreana, e um médico ginecologista, a pagarem R$ 20 mil de indenização por danos morais.

A condenação é relativa a negligência médica no atendimento de parto, o que ocasionou complicações e o recém-nascido apresentou quadro de lesão plexo branquial.

Conforme a sentença publicada no Diário da Justiça Eletrônico, os demandados ainda deverão pagar R$ 210 de danos materiais, pelos gastos com consultas e exames de ortopedistas.

O juiz de Direito Marcelo Coelho destacou que “a irregularidade que se observa é relativa à realização do parto sem a presença do médico responsável, mesmo diante da situação de urgência, eis que as enfermeiras relataram a dificuldade de expulsão do feto e a circular de cordão que detectaram durante as manobras”.

Entenda o caso

A mãe do autor da ação foi ao hospital em trabalho de parto, mas apenas as enfermeiras a atenderam. O parto aconteceu com complicações, sem a presença de um médico, e o bebê apresentou lesão plexo braquial (dano causados a um conjunto de nervos que conduz sinais da medula espinhal), ficando sem o controle total do braço e da mão.

O hospital defendeu-se argumentando não ter ocorrido erro médico, e o ginecologista afirmou que não houve erro na escolha do parto normal.

Sentença

O juiz de Direito Marcelo Coelho, titular da unidade judiciária, rejeitou os argumentos apresentados pela defesa dos requeridos. O magistrado considerou ter ocorrido “(…) omissão por parte do hospital, que não mantém em seu quadro profissionais suficientes para atender às demandas, fazendo que com os pacientes fiquem sem a assistência devida”.

Quanto à ausência do médico durante o parto, o juiz de Direito acrescentou que também houve “(…) omissão por parte do médico, eis que fora convocado com urgência para a realização de parto difícil, e não compareceu para realizar as manobras que entendesse necessárias, utilizando as técnicas as quais detém conhecimento, a fim de imputar ao autor e sua mãe o menor sofrimento possível”.

Por GECOM/TJAC.

Advertisement
Comentários

Comente aqui

ACRE

Homem é morto com pelo menos dois tiros e encontrado atrás de centro de recuperação em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Antônio Luan Viana de Lima foi morto na noite dessa segunda-feira (7) com pelo menos dois disparos de arma de fogo. O Crime ocorreu na Travessa Sucupira, no bairro Calafate, em Rio Branco.

O Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) informou que a ocorrência foi gerada ainda como tentativa de homicídio, mas quando a guarnição chegou ao local, ele já estava morto.

Lima teria saído de uma área de mata e foi encontrado atrás de um centro de recuperação nas proximidades do campo do Vaz ferido e pedindo socorro. O solicitante também informou à polícia que não chegou a ouvir o disparos e não soube repassar mais informações.

A Polícia Militar ao chegar ao local já encontrou a vítima morta, segundo o Ciosp. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (Samu) também foi acionado, mas apenas constatou o óbito de Lima.

O local foi isolado para os trabalhos da perícia técnica e o corpo do homem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar os exames cadavéricos.

Continue lendo

ACRE

Após 56 dias internada, técnica de enfermagem morre por complicações de Covid-19 em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

A gente não tem, nesse momento, mais palavras para expressar a mulher guerreira, batalhadora, que estava ali sempre ajudando muitas pessoas”. É assim que Luzineide da Silva Correia, cunhada da técnica de enfermagem Rosinalda de Macedo Bastos, de 38 anos, expressa a dor da perda dela.

Rosinalda, que era mais conhecida como Rose, morreu nesta segunda-feira (7) após 56 dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio Branco, vítima de complicações de Covid-19.

“A Rose, para nós, representava uma pessoa guerreira, batalhadora, uma pessoa que sempre lutou para ajudar o próximo, as pessoas que estavam doentes. É uma perda muito grande para a família e para a saúde”, lamentou a cunhada em entrevista à Rede Amazônica Acre, na manhã desta terça (8).

O pronto-socorro da capital acreana foi também o local onde Rose passou parte de sua vida. Ela atuava na linha de frente no hospital, na UTI da ala Covid-19, antes de adoecer. A Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) informou que a morte da servidora deve constar no boletim desta terça.

“Ela trabalhava na linha de frente no combate à Covid-19, na UTI, então, para gente, é uma dor que não tem palavras para explicar porque mais um na enfermagem que se foi, na saúde”, disse Luzineide.

Dias de luta

A cunhada contou que Rose lutou 56 dias contra a doença, se curou, mas teve outras bactérias e morreu por complicações da doença. A informação também foi confirmada pela direção do PS, que disse que ela teve Covid-19, depois os exames deram negativo, e ela morreu por complicações devido a infecções.

Além disso, Luzineide acrescentou que após os exames darem negativo, Rose voltou ao trabalho e duas semanas depois começou a sentir febre, foi quando ela precisou ser internada.

“Quando a gente soube que tinha renovado, a nossa preocupação aumentou porque ela estava trabalhando dentro da UTI da ala Covid no pronto-socorro”, acrescentou.

Luzineide acrescentou que a cunhada deixa saudades a todos e que a família ainda está muito abalada.

“A família está muito abalada, muitas pessoas vieram prestar homenagem aqui e os amigos que ela deixou uma saudade imensa no nosso coração, a família está sem entender, porque a Rose deixou um legado muito grande, deixou filhos”, concluiu.

Colaborou o repórter Lidson Almeida de Rede Amazônica Acre

Continue lendo

TOP MAIS LIDAS

    Feedback
    WhatsApp Fale conosco