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Jovem pede ajuda para irmã que teve dinheiro de tratamento de saúde roubado em Rio Branco

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O jovem morador de Tarauacá, Alfredo Raiadio Freitas, iniciou uma campanha em prol da sua irmã Fernanda que teve todo o seu dinheiro que seria usado em tratamento de saúde roubado no aeroporto de Rio Branco na terça-feira (16).

Confira o relato do jovem nas redes sociais:

Minha irmã foi assaltada ontem de madrugada lá no aeroporto em um momento de descuido que ela saiu e o marido ficou com a filha, alguém passou e levou a bolsa e eles não viram, levaram a bolsa com todo dinheiro dentro que ela tava levando com o marido dela, quando se deram conta, era tarde, minha irmã entrou em desespero assim como o marido dela, minha família tá muito arrasada, minha irmã tá só chorando, pq ela tinha conseguido o dinheiro com muita luta pra tentar fzr esse procedimento e a sua saúde estava em jogo . Sei que muitos podem dizer: tbm quem mandou andar com esse valor por aí, mas assim, vc não está na pele da pessoa pra saber, as circunstâncias não foram boas, e passar por uma situação dessa não é fácil, ela foi com uma tentativa de socorro imediato que ela tava tentando conseguir e tipo tudo tava contribuindo pra não sacar lá, e assim ela fez.

Uma situação muito difícil, que não desejo pra ninguém, não só pelo valor, mais pq só de pensar que uma pessoa tentou frear e prejudicar a saúde da minha irmã roubando ela, que pessoa ruim faria isso, que não pensou que por trás de tudo estaria fzd o meu pra alguém, caramba era para a cirurgia da minha irmã, pra cuidar da saúde dela e alguém fez isso, tentando anular a possibilidade da minha irmã recomeçar de novo nesse momento. Estou muito triste, eu não sei oq fzr, registramos boletim de ocorrência na polícia civil e espero que possamos contar com eles, e vamos tentar atrás dessa pessoa, não sei, mas algo tem que ser feito. O sentimento de impotência mata, espero que dê tudo certo, pq msm assim não está sendo fácil, Deus está no controle.

Eu vou tentar ajudar minha irmã, eu amo ela, e não quero mau pra ela e vou usar o meio que posso pra pedir ajuda. Vou fazer algo, não sei, uma “vakinha online”, rifas, e peço aos amigos, familiares e pessoas que se sensibilizarem que de alguma forma puderem ajudar, eu agradecerei muito. Obrigado de coração.

Deus no controle de tudo!

Quem puder ajudar, ela não tem conta, somente a minha e do meu pai, vou fornecer, desde já agradeço muito de coração. Obrigado todo mundo!

BANCO DO BRASIL C/C
Agência: 2713-8
Conta: 2.095-8
Raimundo Nonato Furtado de Araújo

CAIXA ECONÔMICA – POUPANÇA 
Agência: 0534
Conta: 129583-2
Op. 013
Alfredo Raiadio Freitas de Araújo

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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