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Jenilson nega que tenha bancado manifestantes para pressionar abertura da CPI da Energisa

Folha do Acre, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O vice presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado estadual Jenilon Leite (PCdoB), e a presidente da Central dos Movimentos Populares do Acre (CMP) negaram que tenham bancado manifestantes para lotarem as galerias da Aleac, na terça-feira (16), para pressionarem os deputados a intaurarem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa investigar os reajustes no aumento de luz dos acreanos.

O deputado e a presidente da CMP foram acusados de financiar o movimento pagando de R$ 200 a R$ 500 reais aos moradores que saíram de suas casas para cobrar a instauração da CPI.

Jenilson diz que a acusão que ele classifica como infundada “atende apenas aos interesses dos que são contrário a CPI e a população acreana que clama pela redução no preço da taxa de energia, uma vez que a CPI é uma ferramenta importante para apontar os caminhos necessário nessa luta contra o preço abusivo cobrado pela empresa Energisa”.

O parlamentar do PCdoB diz que não se calará diante da tentativa de barrarem a abertura da CPI.

“Eu, enquanto deputado e fiscal do povo acreano , não posso me silenciar diante dessa opressão que é pagar a energia mais cara do país, cuja qualidade do serviço é de péssima qualidade. Vamos continuar lutando para implantar a CPI e defender o consumidor acreano. Doa a quem doer. Quantos as inverdades plantadas contra os inimigos do povo, elas serão combatidas com a verdade.

Eu, Raimunda Dias, afirmou que os movimentos sociais estiveram na ALEAC de livre e espontânea vontade, pois acreditamos que a CPI é capaz de apontar a direção a ser tomada contra os preços abusivo da taxa de energia e a cobrança do ICMS. Quanto a acusação que recebemos dinheiro, ela terá que ser provada na justiça”, diz.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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