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Hospital João XXIII, em BH, aciona plano para atender vítimas de explosão no Acre
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7 anos atrásem
O hospital é referência em atendimento de queimados e pode receber vítimas de Cruzeiro do Sul (AC); em 2017, unidade recebeu várias vítimas queimadas do ataque à creche Gente Inocente, em Janaúba, no Norte do Estado.
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Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte — Foto: Reprodução/TV Globo.
O Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, se prepara para a possibilidade de atender vítimas da explosão de uma embarcação no Acre.
Dezessete pessoas ficaram feridas na última sexta-feira (7) após um barco explodir no Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, naquele estado. Uma das feridas, Simone Souza Rocha, de 24 anos, não resistiu às queimaduras e morreu na tarde deste domingo (9). Nesta segunda-feira (10), seis vítimas continuavam internadas com queimaduras.
De acordo com o diretor assistencial da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Marcelo Lopes Ribeiro, o Plano de Atendimento de Múltiplas Vítimas foi acionado no João XXIII, hospital referência nacional em atendimento de queimados.
Segundo o médico, o acionamento do plano significa fazer um estudo do hospital para preparar o atendimento de vários queimados ao mesmo tempo.
Marcelo Lopes disse que a equipe se colocou à disposição para atender vítimas do Acre após serem acionados pela Sociedade Brasileira de Queimados. A Secretaria de Saúde do Acre também entrou em contato com o médico para um possível envio de pacientes para Belo Horizonte. O secretário de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, também colocou o atendimento do Hospital João XXIII à disposição.
De acordo com a Secretaria de Saúde do Acre, além de Belo Horizonte, os pacientes queimados podem ser levados também para Goiânia e Brasília.
Em outubro de 2017, o Hospital João XXIII recebeu várias vítimas do incêndio na creche Gente Inocente, em Janaúba, no Norte de Minas Gerais. O vigia Damião Soares Santos ateou fogo no local, onde
Marcelo Lopes disse que a equipe se colocou à disposição para atender vítimas do Acre após serem acionados pela Sociedade Brasileira de Queimados. A Secretaria de Saúde do Acre também entrou em contato com o médico para um possível envio de pacientes para Belo Horizonte. O secretário de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, também colocou o atendimento do Hospital João XXIII à disposição.
De acordo com a Secretaria de Saúde do Acre, além de Belo Horizonte, os pacientes queimados podem ser levados também para Goiânia e Brasília.
Em outubro de 2017, o Hospital João XXIII recebeu várias vítimas do incêndio na creche Gente Inocente, em Janaúba, no Norte de Minas Gerais. O vigia Damião Soares Santos ateou fogo no local, onde trabalhava, e morreu no mesmo dia.
Além do vigia, 13 pessoas morreram no ataque, sendo 10 crianças e três professoras. Marley Simone Lima Antunes, de 43 anos, era professora da creche e foi a última paciente a deixar o Hospital João XXIII, quatro meses após o ataque. Ela voltou para Janaúba no dia 16 de fevereiro de 2018, e seguiu direto para o Hospital Regional da cidade.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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1 dia atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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