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Hospital do Jordão não dispõe de ambulância e emergências são atendidas por policiais

Contilnet, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Um morador do Jordão que não quis se identificar, procurou a redação do ContilNet nesta quarta-feira (3) e denunciou a falta de ambulância para atender os casos de urgência no município, ficando sob responsabilidade da Polícia Militar local os primeiros socorros. De acordo com o informante, o veículo que deveria ser usado para as emergências, está quebrado desde o final do ano passado e o Hospital da Família, não dispõe de outra que ofereça os serviços.

“É inadmissível que isso aconteça. Um município precisa de uma ambulância para atender os seus moradores”, explicou. O morador disse ainda que os agentes da Polícia Militar, quando se deparam com um pedido de socorro, largam as funções e vão atender.

“Eles atendem, já que não tem carro para socorrer. E se aconteceu algum crime ao mesmo tempo em que uma pessoa passa mal?”, questionou. Sobre o assunto, a assessoria de comunicação da Secretaria do Estado de Saúde (Sesacre) emitiu uma nota.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, esclarece que foi doada uma ambulância ao Jordão para que o município não tenha a sua população desassistida. Informa ainda que no termo de doação, a prefeitura acordou com o governo do estado que se responsabilizaria pela manutenção do referido veículo.

Comunica também que de acordo com o Ministério da Saúde, a implantação do Serviço Móvel de Urgência, o Samu, segue a um parâmetro em que as ambulâncias são recebidas pelos municípios, conforme a uma determinada quantidade de moradores nesses municípios.

Por isso mesmo, por não se enquadrar dentro dos parâmetros do Samu, o município do Jordão recebeu a doação da referida ambulância por parte do estado.

Atenciosamente,

Governo do Estado do Acre.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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