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Homem morre em grave acidente na estrada Ac 475 de Plácido de Castro

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Um grave acidente de trânsito envolvendo uma monto e um carro de pequeno porte no km 10, da Ac 475, na estrada de Plácido de Castro tirou a vida do comerciante Jucelino, mais conhecido como Celino, de aproximadamente 50 anos . Ele estava sozinho na motocicleta e ainda não se sabe o que pode ter causado o acidente.

Celino era comerciante no município de Plácido de Castro e a suspeita é a de que ao tentar desviar de buraqueiras no local do acidente, o mesmo não percebeu que um veículo ainda não identificado vinha na mesma direção em velocidade considerável e não houve tempo para fazer o desvio já que no local da ocorrência, o asfalto está em péssimas condições de trafegabilidade por causa da grande quantidade de crateras que existem na pista.

Com o impacto da batida, a vítima foi arremessada à margem da estrada e sofreu múltiplas fraturas. Ele não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu no local.

O corpo do comerciante foi resgatado por peritos do Instituto Médico Legal (IML), para exame cadavérico e posterior liberação para velório que acontece na funerária local da cidade.

Não se sabe quem era o condutor do veículo e nem de onde é o automóvel envolvido no acidente.

A AC-475 é uma rodovia brasileira, pertencente ao estado do Acre. Ela foi totalmente asfaltada em 2007, motivada pela a forte produção agrícola da região. Possui 54 km de extensão. Liga a BR-364 à cidade de Plácido de Castro, já na fronteira com a Bolívia, passando pelo o município de Acrelândia. Atualmente, se encontra em péssimas condições de trafegabilidade devido aos inúmeros buracos que possui.

Vários reparos já foram feitos no local do acidente. No entanto, devido ao abandono da rodovia por parte de gestões passadas e pela atual, a situação só se agrava.

Celino era bastante conhecido na cidade de Plácido de Castro e deixa filhos e amigos em luto.

Por Franchesco Alves Plácido de Castro, Acre

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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