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Sena Madureira

Homem é preso em Sena acusado de estuprar criança de 5 anos; Mãe da menina também está presa

Senaonline.net, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O exame de conjunção carnal comprovou que a menina apresentava sangramento em suas partes íntimas e rompimento do hímen.

A mãe da criança e Weverton estão presos

A Polícia Militar de Sena Madureira conseguiu prender nas primeiras horas desta terça-feira, 30, o nacional Weverton Chaves Freitas, 24 anos, acusado de estupro de vulnerável, praticado contra uma criança de apenas 5 anos de idade.

De acordo com o delegado Marcos Frank, responsável pela apuração do caso, a mãe da menina também foi presa e ainda hoje deverá ser transferida para o presídio. Trata-se de Ana Maria Pires Flores, 20 anos de idade.

Até agora pelo o que foi apurado pela Polícia, Weverton teria ido cobrar uma dívida de Drogas de alguém ligado a Ana Maria. Para garantir o recebimento do dinheiro, ele teria pego a menina, colocado a mesma na garupa de uma bicicleta e a estuprado posteriormente. Além disso, também teria mantido relação sexual com a mãe da vítima.

O delegado Marcos Frank, ao tomar conhecimento da ocorrência, determinou a realização de exame de conjunção carnal que foi feito no Hospital João Câncio Fernandes. O exame comprovou que a menina apresentava sangramento em suas partes íntimas. “A Polícia Militar nos trouxe um acusado que supostamente tinha praticado relação sexual com essa menina de apenas 5 anos. Foi feito o exame de conjunção carnal e comprovado que a menina estava com o hímen rompido e, inclusive, apresenta sangramento. O acusado afirmou que pegou a criança e a levou na garupa da bicicleta, mas negou a acusação de estupro. Porém, o exame feito atesta diferente”, comentou o delegado.

Delegado Marcos Frank colhendo o depoimento da mãe da vítima

Maria Pires, segundo o delegado Marcos Frank, confessou que estava usando drogas e que manteve relação sexual com o acusado. “Ela também foi presa porque por lei deveria cuidar, proteger e zelar pela vigilância da criança. Foi displicente e facilitou a conduta do acusado. A mesma disse que estava usando drogas e, em dado momento, se distraiu e ele levou a menina. Também não soube explicar o que estava fazendo na Rua com a criança às 3 horas da madrugada, horário da ocorrência”, ressaltou Marcos Frank.

Ela será enquadrada no artigo 217-A c/c art. 13, parágrafo 2º, Inciso II, “a” ambos do Código penal. Nesse caso, seria estupro de vulnerável na modalidade comissivo por omissão.

Padrastro da menina comparece à Delegacia e pede justiça

O padrasto da vítima é o trabalhador braçal Messias Nogueira de Lima, 30 anos, residente no seringal São Francisco, rio Purus. Ele contou à nossa reportagem que estava na colônia e deixou a mulher na cidade para fazer uns exames. Bastante revoltado com o ocorrido, Messias pediu justiça. “Quem faz isso com uma criança é um monstro. Agradeço o trabalho da Polícia que prendeu ele em flagrante. Quero que ele seja condenado. Estou muito abalado com tudo isso porque ela está na minha companhia desde os dois anos de idade”, ressaltou.

A criança deverá receber todo o acompanhamento necessário do ponto de vista psicológico ofertado pela equipe do Creas de Sena Madureira.

Sena Online

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ACRE

MP abre investigação para apurar denúncia de que família indígena vive em lixão no AC: ‘violação de direitos’

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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MP-AC recebeu uma denúncia e acionou a Assistência Social e a Funai, em Sena Madureira.

capa: Família de indígenas foi flagrada em meio ao lixo em Sena Madureira — Foto: Aline Nascimento/G1.

O Ministério Público do Acre (MP-AC) instaurou um procedimento preparatório para investigar uma denúncia de que uma família indígena foi encontrada vivendo em meio a um lixão em Sena Madureira, interior do Acre.

Ainda segundo a denúncia, os indígenas estariam em busca de comida e recicláveis no lixão da cidade. Diante dos fatos, o MP-AC solicitou providências, no prazo de 15 dias, da Secretaria de Assistência Social e representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) da cidade.

“Relato acerca de uma família de índios alojada das terras do lixão, em meio a lixo, ossadas de animais e quantidade expressiva de lixo orgânico, o que caracteriza grave violação aos direitos humanos”, destaca no processo.

A Funai informou que a coordenação regional ainda não recebeu nada sobre o caso.

Providências

A secretária de Cidadania e Assistência Social de Sena Madureira, Maria Lourdes Gregório, informou que conversou com o promotor responsável pelo caso por telefone e, na quinta-feira (3), uma equipe foi no lixão verificar a denúncia.

“Imediatamente acionei minha equipe técnica e fui no lixão com o coordenador da Funai. As indígenas têm o costume de sair pela cidade revirando caixa de lixo. É assim há muitos anos, moram nas aldeias, mas vem para cidade e reviram o lixo. Agora, vão para o lixão procurar materiais e outras coisas”, falou.

A secretária disse que também recebeu informações de que havia famílias indígenas, inclusive crianças, morando no local. Porém, ela garantiu que não há famílias morando no lixão.

“Não tem família morando lá. Estão vindo, reviram o lixo e voltam. Já tomamos a providência, sentei com o responsável pelo meio ambiente para resolver essa questão”, confirmou.

Segundo a gestora, ficou acertado com os órgãos a construção de uma cerca com um portão ao redor do lixão para impedir a entrada dos indígenas.

“Quando o caminhão passar, tranca e tem um vigia também. Isso não é constante, é só quando conseguem entrar e reviram o lixo. Tem que vigiar para não deixar elas entrarem com crianças no local”, explicou. G1Ac. 

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ACRE

No AC, pai é investigado por oferecer filha de 15 anos para sexo com vizinho em troca de bebida alcoólica

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Polícia Civil e conselheiros foram até a comunidade que fica em Sena Madureira, interior do Acre, para ouvir parentes e as filhas do suspeito.

CAPA: Polícia Civil e conselheiros estiveram na comunidade na sexta (28) para ouvir parentes e as filhas do suspeito — Foto: Ascom/Polícia Civil do Acre.

Um morador do Ramal dos Terçados, zona rural de Sena Madureira (AC), é investigado pela Polícia Civil por oferecer a filha de 15 anos para ter relações sexuais com o vizinho em troca de bebida alcoólica. O caso foi denunciado para o Conselho Tutelar do município, que acionou a polícia.

A denúncia chegou para o conselho há mais de um mês. Na sexta-feira (28), a polícia esteve na comunidade para ouvir a família e procurar pelo vizinho que teria feito a negociação.

Ao G1, o conselheiro Francisco Jozicle Santiago explicou que o suspeito é pai de três filhos, sendo duas meninas, de 13 e 15 anos, e um menino. As meninas foram levadas para o hospital de Sena Madureira para fazer exames.

“A menina de 15 anos já teve relações sexuais, mas não se sabe se foi com esse cara, está sob investigação”, acrescentou.

Segundo o conselheiro, a denúncia relatou que o pai estava embriagado e ofereceu a filha para o vizinho em troca de uma garrafa de cachaça.

“Segundo a mãe das adolescentes, quando ele bebe tem essas atitudes. A informação que chegou para nós também era de que o cara levava as meninas para caçar, mas, quando começamos averiguar, isso foi negado”, destacou.

Santiago disse que as adolescentes negaram o crime, mas parentes confirmaram que ouviram a suposta negociação entre os suspeitos. “A mãe falou que ele tinha oferecido mesmo, mas que o vizinho não levou. Conversamos com ele [pai], mas estava bêbado. A informação procede porque a mãe falou”, afirmou.

Investigações

O delegado responsável pelo caso, Marcos Frank, disse que já ouviu as duas adolescentes. Na sexta, a polícia intimou o pai, a mãe e outros parentes das vítimas.

O vizinho envolvido no caso não foi achado pela polícia. “Apuramos a negociação, mas se o ato se consumou ainda vamos averiguar. Foi instaurada uma portaria de investigação que deu origem ao inquérito. As meninas disseram que souberam da negociação”, pontuou.

Caso a denúncia seja confirmada, a polícia disse que o pai pode responder pelo crime de favorecimento da prostituição ou exploração sexual de criança e adolescente. “Temos que analisar outros crimes contra a dignidade feminina. Semana que vem vou ouvir o pai, a mãe, a cunhada e o irmão das meninas que ouviu também [a negociação]”, concluiu.

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