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Governo inicia preparativos estruturais para a Expoacre 2019

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Em continuidade aos preparativos para a Feira Agropecuária do Acre (Expoacre 2019), o Governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Empreendedorismo e Turismo (Seet), em parceria com o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), iniciou na manhã desta terça-feira, 21, a roçagem do Parque de Exposições Wildy Viana.
O serviço, realizado pelos reeducandos do Sistema Penitenciário, marca o início dos preparativos estruturais da feira que, anualmente, incentiva o empreendedorismo e movimenta o comércio agropecuário.

De acordo com a secretária de Estado de Empreendedorismo e Turismo, Eliane Sinhasique, esse primeiro serviço de roçagem “é de fundamental importância para que os técnicos da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), arquitetos e engenheiros possam visualizar melhor como vão fazer a distribuição dos diversos setores que nós precisamos colocar dentro do Parque de Exposições”, disse.

A secretária ressaltou que a parceria entre as instituições possibilita a realização dessa análise para a continuidade do trabalho de mapeamento e distribuição dos espaços na feira.

“Esse é um projeto inicial. A Sema entra com a parte estrutural, fornecendo a roçadeira, o combustível e o transporte”, disse o secretário de Estado de Meio Ambiente, Israel Milani. Ele ressaltou que, com a parceria, a Sema também pretende oferecer cursos e atividades de capacitação na área ambiental para os apenados.

O presidente do Iapen, Lucas Gomes, destacou que as atividades desempenhadas pelos detentos nos espaços públicos fortalecem a ideia do trabalho ressocializador do Estado, além de colaborar com a economia do poder executivo. “Com a utilização da mão de obra dos reeducandos, nós damos a eles uma oportunidade de remição da pena e, ainda, a oportunidade de colaborar com os avanços do nosso Acre”, ressaltou.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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