Em abril deste ano, os militares adotaram algumas medidas como forma de criticar a falta de fardamento. Entre as medidas, os policiais passaram a trabalhar sem uniformes, apenas com o colete balístico. Em um dos atos organizados em Rio Branco, a Associação do Militares do Acre (AMe), afirmou que cerca 2,5 mil militares do estado precisavam comprar com o próprio dinheiro a farda para poder trabalhar.
Ao G1, a PM-AC informou que, após a publicação desta quarta, as empresas têm de 30 a 60 dias para entregar o fardamento.
Na publicação, a PM-AC afirma que fez a aquisição de blusas e calças cáqui, camisetas meia-manga preta, gorros para todas as patentes, blusa manga compridas, conhecidas como gandolão, além da calça e blusa verde ambiental de policiamento ostensivo geral. Só com blusa manga comprida cáqui, o gandolão, a PM-AC vai investir mais de R$ 200 mil.
O presidente da AME, sargento Joelson Dias, lembrou que é um direito do Estado fornecer dois fardamentos completos, mas que nunca cumpriu a lei. Ele diz esperar que os militares recebam o fardamento complento, e não apenas partes do uniforme.