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Futuro da floresta é debatido no Acre pelo Conselho de Meio Ambiente da CNI

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Dois conselheiros da Fiero participaram do encontro, defendendo a bandeira da sustentabilidade florestal.

Conselheiros de Federações das Indústria de diversos estados debateram ofuturo da floresta, tema da 106ª Reunião Nacional do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Coema) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Sediada pela Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac), a reunião contou com a participação do presidente do Conselho de Representantes da Federação das Indústrias de Rondônia (Sistema Fiero), Paulo Jair Kreuz e do vice-presidente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Fiero, Ivandro Justo Behenck, ambos representantes da entidade no Conselho Nacional do Coema.  

Segundo Paulo Kreuz, “na reunião discutimos o Sinaflor e os vários problemas do sistema em sua execução. Inclusive, o Ivandro destacou que em Rondônia a plataforma não está funcionando. Queremos o funcionamento definitivo do Sinaflor até o final de 2018. Falamos sobre as perspectivas da exploração florestal e a base de sustentação da atividade – o plano de manejo florestal. Conforme foi mencionado, deveríamos vender a imagem do manejo como um diferencial e mostrar ao mercado consumidor que a única forma de fazer uma exploração consciente é através desta modalidade”, argumenta.

Kreuz acrescenta que toda a cadeia precisa ser vendida como um produto, agregando, desta forma, mais valor à madeira legal. “Rondônia convive com uma pendência em função da determinação do Ibama de não autorizar planos de manejos em cima de áreas de posse. Este é um assunto latente do nosso setor e é preciso dialogar com a Sedam e o Ibama. Do contrário, existe a possibilidade de um ‘apagão’ de madeira. 80 % da nossa madeira está em cima de áreas de posse. Àquelas áreas com escritura pública não têm mais madeira suficiente para nos dar o estoque que precisamos”, explica o representante da Fiero.

O Coema tem sido um indutor de ideias e debates e têm proporcionado aos participantes a oportunidade de externar os problemas dos estados.

No ponto de vista de Ivandro Justo Behenck, o assunto é relevante para o setor e o mais urgente possível deve ser levado em consideração junto aos órgãos estaduais para que Rondônia consiga fazer o seu estoque e atender a demanda das indústrias de todo o estado. “Reforçando o que o Paulo disse, corremos o risco de um apagão de fornecimento de madeira, com graves prejuízos para o trabalhador, para os empresários do ramo e para a arrecadação de impostos. O setor madeireiro é importante como atividade e gera recursos para o nosso estado”, falou.

Behenckdestaca o lançamento do Boletim Informativo da Produção Florestal Madeireira, uma publicação anual do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre, trazendo dados relevantes sobre a produção madeireira, a fim de nortear a tomada de decisões dos empresários.

Um outro olhar sobre a cadeia produtiva da madeira tropical; perspectivas para a exploração madeireira no Brasil; perspectivas e desafios na promoção do uso das florestas nativas no Brasil; cenário futuro da implementação da política florestal; e atualização do Plano de Implantação do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor), bem como as dificuldades e os desafios de sua implantação foram alguns dos temas pertinentes debatidos.

Além dos 20 representantes de federações de todo o Brasil, o encontro contou com a participação do secretário-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Shelley Carneiro; da presidente em exercício da Fieac, Adelaide de Fátima Oliveira; do senador e engenheiro florestal Jorge Viana, dentre outros convidados. Assessoria/ Newsrondonia. 

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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