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Fusão e mudança em batalhões da Polícia Militar recebe críticas da própria corporação

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Circula entre os policiais militares a informação de que é martelo batido a mudança em quase todos os batalhões da PM em Rio Branco.

A primeira grande mudança é a fusão, isso já a partir do dia primeiro de outubro, do 1º, 3º e 4º em um único batalhão da PM. Ou seja, o comando da PM vai unir três batalhões em um só. Essa junção vai dá origem ao 1º BPM e será o maior da corporação.

Outra mudança é que o 2º BPM vai sair do bairro 15, onde é sua sede atual, e vai funcionar agora nas instalações da Arena da Floresta.

Com essas mudanças o número de batalhões vai cair de 5 para três.

Mas o que isso muda na vida das pessoas que já convivem diariamente com a falta da tal sensação de segurança, provocado pelo alto índice de criminalidade? Na visão dos próprios Policiais Militares que procuraram a reportagem do ac24horas e por motivos óbvios, já que as mudanças são uma determinação do Comando da PM, preferem o anonimato, a tendência é piorar ainda mais.

Um exemplo é o 4º BPM que fica na região do Universitário. Um PM afirma que teme que aconteça o que aconteceu no Calafate, hoje uma das regiões mais violentas de Rio Branco. “O Universitário, por exemplo, é um bairro mais distante e sempre foi calmo. O temor é que quando se retira um batalhão de um loca, a sensação de segurança muda totalmente. No Calafate, antigamente tinha uma base, depois que retiraram, se tornou o que é hoje”, afirma.

Segundo as informações repassadas ao ac24horas, o objetivo das mudanças é enxugar a logística, diminuindo custos, o que seria resolvido se o efetivo que está à disposição, voltasse às ruas. “Tem muita gente que trabalha em setores alheios ao serviço de rua. Ao invés de trazerem esses policiais de volta para as ruas, eles preferem fazer esse tipo de mudança, que, infelizmente, prejudica a população”, afirma o Policial Militar.

O ac24horas entrou em contato com a assessoria da PM que afirmou que o Comando Geral deve emitir um comunicado em breve sobre a junção e mudanças de seus batalhões.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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