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Frio polar chega no domingo e provoca chuvas no Acre. Noites frias até o amanhecer do próximo sábado

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FRIO DURADOURO

Desde a última segunda-feira, dia 6 de maio, vínhamos informando e reforçando diariamente que o Acre, Rondônia, Amazonas e Mato Grosso seriam atingidos por uma forte onda de frio polar neste domingo (12/5/2019).

Assim, por volta do meio-dia (entre 10h da manhã e 2h da tarde) deste domingo, a frente fria – fenômeno que antecede a chegada de uma onda de frio – chegará ao leste e sul do Acre provocando chuvas, que podem ser acompanhadas de temporais, com raios, ventanias e eventual queda pontual de granizo. Em alguns pontos, as chuvas poderão ser fortes e causar transtornos à população.

Portanto, o domingo será de tempo instável, com chuvas a qualquer momento, desde as primeiras horas do dia, inclusive, durante a noite deste sábado.

No oeste do Acre – região do vale do Juruá, as chuvas mais intensas ocorrerão nas primeiras horas de segunda-feira, quando a frente fria chegará a Cruzeiro do Sul.

A massa de ar polar que chegará à região é intensa, cujos ventos de sudeste estarão soprando ininterruptamente, dia e noite, até a próxima sexta-feira, trazendo ar muito seco. Rajadas de vento com velocidade acima de 40km/h ocorrerão diariamente, principalmente na terça-feira e na quarta-feira. Em alguns momentos, tais rajadas poderão passar de 60km/h.

A temperatura cai rapidamente a partir do início da tarde deste domingo e, assim, caracterizando a segunda friagem de 2019.

A segunda-feira será com temperatura máxima inferior a 22ºC, podendo ficar abaixo de 18ºC, no leste e no sul do Acre, no sul e oeste de Rondônia, no extremo sul do Amazonas e na região do Pantanal de Mato Grosso, assim como nas planícies da Bolívia e no sul da região de selva do Peru.

Nas cidades acreanas de Assis Brasil, Brasileia e Xapuri, por exemplo, as minimas ao amanhecer dos dias da próxima semana deverão oscilar entre 11 e 15ºC, porém, com sensação térmica inferior a 9ºC, devido aos fortes ventos que estarão soprando.

Em Rio Branco, as mínimas deverão variar entre 12 e 16ºC, dependendo da noite.

Já, em Cruzeiro do Sul, no oeste do Acre, as mínimas ficarão situadas entre 15 e 19ºC.

Na capital de Rondônia, o frio será pouco significativo, com mínimas entre 17 e 19ºC, mas os ventos de sudeste estarão intensos. Entretanto, as rondoniense de Guajará-Mirim, Costa Marques e Vilhena, vão começar os dias com temperaturas entre 12 e 16ºC.

Em Cuiabá e em Cáceres, as menores temperaturas deverão oscilar entre 13 e 16ºC.

Na cidade amazonense de Boca do Acre, os dias da próxima semana começarão com temperaturas variando entre 14 e 17ºC.

ALERTA DE TEMPO SECO

Devido à poderosa penetração de ar polar, a próxima semana, a partir de terça-feira, será com baixa umidade do ar, sem possibilidade de chuvas, no Acre e nas áreas próximas.

O tempo bom, sem chuvas, com dias ensolarados e noites estreladas, deverá permanecer, pelo menos, até o próximo sábado, no Acre, no sul do Amazonas e em parte de Rondônia, de Mato Grosso, da Bolívia e do Peru. Por Otempoaqui, via Acre.com.br

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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