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Feira do Peixe da Semana Santa em Rio Branco

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A Semana Santa traz a tradição do pescado na mesa. A Feira do Peixe e da Agricultura Familiar segue com a oferta do pescado na CEASA e em oito locais em diversos pontos da capital.

Nos mercados municipais: Elias Mansour, da Estação Experimental, do Bosque, da Seis de Agosto e da Cidade do Povo, além de peixarias da Avenida Amadeo Barbosa e na região do Panorama e Conjunto Universitário.

O prefeito Marcus Alexandre visitou nesta terça-feira, 27, no Mercado do Peixe na CEASA, a Feira do Peixe e Agricultura Familiar, que também é realizada em outros oito locais de Rio Branco: mercados Elias Mansour, da Estação Experimental, do Bosque, da Seis de Agosto e da Cidade do Povo, além de peixarias da Avenida Amadeo Barbosa e na região do Panorama e Conjunto Universitário.
 
Na CEASA, a venda do peixe começa às 3h30 e vai até ás 18h. Nos demais pontos, a movimentação inicia às 5h da manhã. A expectativa é de receber 90 mil visitantes e comercializar cerca de 60 toneladas de pescado e 250 toneladas de produtos hortigranjeiros, atingindo uma movimentação financeira da ordem de R$ 1,7 milhão.
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A 8ª edição da Feira do Peixe da Semana Santa e Agricultura Familiar de Rio Branco – sexta feira da atual gestão, envolve 100 produtores rurais, 45 piscicultores e 30 empreendimentos da Economia Solidária, além da iniciativa privada. “A Feira é a vitrine dos piscicultores, que aumentam a renda neste período. E a população encontra nos oitos locais de comercialização pescado e produtos hortigranjeiros a um preço acessível”, explica o prefeito, ressaltando o grande investimento que o governo do Estado, fez na piscicultura com a construção de açudes e tanques e a assistência técnica prestada aos produtores de pescado.
 
Na CEASA e demais pontos, o preço do quilo de algumas espécies, como o tambaqui, é de R$10. Há também piau, pintado e pescado de açudes, tanques e rios da região. Seu Maurílio de Souza, o Capixaba, produtor na região do ramal Espinhara, diz que em anos anteriores já chegou a vender mais de 3 toneladas de peixe na CEASA, quantidade que quer aumentar esse ano. “A feira é excelente para nós porque em outras datas a gente vende pingado. Aqui não, é em grande quantidade. A meta este ano é chegar aos 25 ou 30 mil reais”, afirma o piscicultor.
 
Os clientes aproveitam a oportunidade de encontrar peixes com ou sem escamas, com ou sem espinha, inteiros ou já tratados. Quarenta e cinco tratadores ofertam o serviço de limpeza do peixe aos consumidores. A funcionária pública Maria Nogueira, levou para casa o tambaqui já tratado, sem espinhas e filetado. “Aqui podemos escolher à vontade e levar o produto no ponto de pôr na panela. Ainda levo as verduras”.
 
Considerada um sucesso pela gestão municipal e cidadãos da capital, a Feira do Peixe já recebeu mais de 600 mil visitantes, chegando a comercializar 1.830 toneladas de produtos hortigranjeiros e 609 toneladas de pescado, o que permitiu alcançar uma movimentação financeira de 12,3 milhões de reais ao longo dos últimos anos.
 
A ex-deputada federal Perpétua Almeida, o deputado estadual Lourival Marques e os vereadores Mamed Dankar e Eduardo Farias também estiveram na abertura da Feira do Peixe com o prefeito Marcus Alexandre nesta terça-feira na CEASA.
 
A 8ª Feira do Peixe da Semana Santa e Agricultura Familiar é uma realização da Prefeitura Rio Branco, em parceria com o Governo do Estado e a Central das Cooperativas e Empreendimentos Solidários (UNISOL), e acontece de 27 a 30 de março, na Central de Abastecimento de Rio Branco (CEASA); nos mercados Elias Mansour, da Estação Experimental, do Bosque, da Seis de Agosto e da Cidade do Povo; nas peixarias da Avenida Amadeo Barbosa; na região do Panorama e no Conjunto Universitário.
 
Fotos Assis Lima/DECOM

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

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A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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