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Família faz buscas por estudante e teme que ela esteja refém de facção criminosa no Acre

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A família da estudante e auxiliar de limpeza Erilandia Sussuarana, de 22 anos, em Rio Branco, faz buscas para saber onde ela está, já que não é vista desde a última quinta-feira (28).

A família suspeita que ela esteja refém de uma organização criminosa e sendo obrigada a ligar para os familiares.

A irmã dela, Edivânia Sussuarana conta que estudante tem feito telefonemas estranhos e até ameaçando para que a família retire as postagens de busca das redes sociais. Na primeira ligação, Erilandia disse à irmã que estava em Cruzeiro do Sul, porém, a família acredita que a jovem esteja em Rio Branco, onde estuda e trabalha como auxiliar de limpeza no Ministério do Trabalho.

“Ela só começou a ligar e dar notícia depois das postagens. Uma mulher ligou de um número privado dizendo pra retirar, porque ela estava bem, mas ela não está bem. No mesmo dia, depois de meia hora, a minha irmã me ligou com uma voz bem estranha, dizendo para eu retirar as postagens. Fica dizendo que está em Cruzeiro do Sul, mas não fala nada”, conta a irmã.

Antes de desaparecer, Erilandia chegou a dizer aos amigos que iria para o interior do Acre e voltaria logo após o feriado de Páscoa. A irmã da estudante diz ainda que ela não tem envolvimento com facções criminosas, mas acredita que ela está sendo persuadida por criminosos. O ex-marido da jovem também teria envolvimento com uma facção que atua no estado.

“A gente está com medo dela estar sendo mantida presa, porque ligou após as postagens e até chegou a me ameaçar para que eu parasse de procurar. Ela não é assim, então fiquei bastante assustada.

Com medo, a família disse que ainda não registrou um boletim de ocorrência, mas acredita que a jovem esteja sendo mantida em cativeiro. “Nas ligações, ela parece desnorteada. Vou continuar as postagens até que ela apareça” finaliza.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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