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Ex-pastor da Universal dispara: “a nossa comida era o resto que caia sobre a mesa”

Acjornal, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Inacreditável como o povo é ingênuo, infantil, iletrados, cegos e estúpidos pela ganância. somente esses pastores falsários é que ficam ricos com suor dos seus membros! É do ex-pastor Francisco Eugênio Mondlane a frase que divide a Iurd em vários pedaços. Também é dele o texto que segue abaixo, um ataque frontal à “seita” de Edir Macedo. Leia:

Dizem que nós ex pastores cuspimos no prato que comemos quando denunciamos a Universal: E quem disse que a éramos servidos em um prato? 
A nossa comida era o resto que caía sobre a mesa. 
Quando eu era solteiro morava em porões sujos, dormia no meio de cadeiras, quartos que não mediam 1 metro quadrado, ratos roíam minhas malas, o mês das igrejas onde auxiliei eram de 45 mil e não podiam comprar um colchão.

Na catedral os pastores dormem em alojamentos no chão, na minha época eram 40 pra dormir em um espaço para 20, enquanto a catedral arrecadava 5 milhões por mês livre de impostos os pastores solteiros viviam igual marginais na Febem. Macedo vinha com a falácia que a profissão de pastor era a mais importante do mundo mas na prática tratava seus pastores pior que o Carandiru, ele só não nos matava porque precisava do nosso serviço.

Quem dera ter comido no prato da Universal, neste prato somente os bispos e os regionais que mais crescem podem degustar. O prato de ouro, do salário acima dos 15 mil reais, do direito ao poder comprar apartamento, carro próprio, de poder viajar para outros países, de poder ter empresas no nome, de poder ter 10 pastores pra trabalhar duro enquanto se faz apenas quarta a noite e domingo de manhã, de poder ficar o dia todo assistindo a Netflix como o Adilson Silva que toda reunião de pastor comentava sobre os filmes que via, de poder cuidar da vida, de poder pagar faculdade pros filhos igual o bispo Junior Reis, de ter imunidade perante o judiciário da Universal, de sair somente quando bem entender como o bispo Romualdo que não foi tirado mesmo com tantos adultérios, e sair com milhões acumulados, de ter o cartão ilimitado, de poder assinar a C.I para comprar iPhone, Vinho de 12 mil a garrafa, de não ter um teto de gastos, de poder dar a sua esposa uma vida de luxo, carros blindados, cirurgias plásticas, produtos da HStern, safira, rubi, colares chiques, de poder dar um Toyota para o filho, de ser sócio majoritário de hipermercados, Habib,s, e muitas outras coisas que não dá para descrever. 
Esses sim é que não podem cuspir no prato da universal, como o Gérson Cardoso, que não denuncia a universal, entre outros, que nem mesmo se vivesse 10 vidas na terra não gastaria tudo que acumulou. 
Agora, nós, a grande maioria, a grande massa que no máximo foi regional de sede pequena, que sofreu anos para casar, que teve que desfazer noivados a mando dos capatazes, que dormia em rodoviária porque a igreja não pagava um hotel quando íamos para interiores, que perdíamos os dentes porque não podíamos pagar o plano VIP superfaturado da LIFE, que não podia ter um notebook que o bispo já nos chamava de ladrão, porque ajuda de solteiro não dá nem pra comprar um miojo por dia, nós sim podemos falar do trato desumano que sofremos dentro da Universal servindo como pastor. E olha que nos 11 anos que fui pastor trouxe de lucro para a igreja mais de 2 milhões de reais, e nem INSS pagavam para nós. Nem FGTS. Nada.
Verdades sejam ditas, pastor na universal só é valorizado quando arranca muito dinheiro, por isso chega uma hora na vida de todo pastor que ele deve tomar uma decisão:
Ou vende a alma pro Ediabo Macedo, faz o jogo dele, vira um batedor de metas, senão vai viver igual um lixo na universal, ou então ele decide romper o cordão e sai como homem que prefere a verdade a todo custo.
Eu e dezenas de companheiros decidimos sair do que viver de mentiras e de esmola do Macedo. 
Então antes de me criticar tente saber 1% da minha vida e depois pode me zombar a vontade”.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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