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Estados proíbem visita a presos por causa de coronavírus; Acre também restringe visitação
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Outros vão limitar número e vetaram transferência de detentos a outros estados.
Ao menos sete estados e o Distrito Federal proibiram a entrada de visitas a detentos em presídios estaduais. São eles Amazonas, Roraima, Tocantins, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraná, Santa Catarina e o Distrito Federal. A medida visa evitar a disseminação da Covid-19.
Outros oito estados decidiram restringir a limitação — por exemplo, a apenas um visitante — ou impedir a entrada de familiares idosos ou com gripe. São eles Acre, Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Minas, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A medida pode ter gerado tensão nas unidades prisionais, com rebeliões em presídios do litoral e interior paulista nesta segunda-feira (16). A reportagem apurou que presos souberam de decisão judicial de suspender saidinhas temporárias como uma medida de prevenção ao novo coronavírus.

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Em Santa Catarina, as visitas íntimas aos presos estão suspensas em todas unidades prisionais do estado. Além disso, idosos e crianças também não devem realizar visitas aos detentos.
No Rio Grande do Sul, a restrição se repete e presos poderão receber apenas um visitante, desde que não sejam idosos e crianças. Presença de instituições religiosas e aulas, também estão canceladas temporariamente.
Os governos do Paraná e Mato Grosso do Sul suspenderam a visitas a presos do estado. Tocantins tomou a mesma medida e também proibiu as transferências estaduais e interestaduais de detentos, salvo as previamente autorizadas.
No Acre e no Sergipe, as visitas sociais nos presídios e centros de detenção para adolescentes foram suspensas por 15 dias. Para os advogados, no caso do Acre, o período de suspensão será de cinco dias.
No Alagoas, as visitas estão suspensas por tempo indeterminado. Apenas os servidores estão acessando os presídios, após passarem por triagem da gerência de saúde.
No Ceará, as visitas no sistema penitenciário foram todas suspensas por tempo indeterminado. O estado conta com aproximadamente 25 mil presos em suas unidades prisionais.
No Rio Grande do Norte, a governadora Fátima Bezerra (PT) proibiu visitas sociais, religiosas e assistenciais desde o dia 14 de março. A medida é válida até o dia 31 deste mês.
O prazo pode ser renovado. O Rio Grande do Norte tem aproximadamente de 10 mil detentos, que recebem 30 mil visitas mensais.
Com o cancelamento, o clima de tensionamento nas cadeias tende a aumentar. Em Pernambuco, a rotina de visitas nos presídios ainda não foi alterada.
Em Minas, uma portaria conjunta entre o governo Romeu Zema (Novo) e o Tribunal de Justiça determina que seja aplicada prisão domiciliar para presos dos regimes semi-aberto e aberto, que não tenham processo por suposta falta grave, como medida contra o novo coronavírus. A decisão depende da avaliação do juiz da execução. Minas tem cerca de 70 mil presos.
Na semana passada, a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) já havia definido novas regras nos presídios do estado durante o período do surto. Visitas foram limitadas a um visitante por preso, houve suspensão de visitas íntimas, visitas de pessoas acima de 60 anos ou de organizações da sociedade civil e entidades religiosas. A exceção são casos autorizados pela própria Sejus.
O governo de Renato Casagrande (PSB) sugeriu ao Judiciário do Espírito Santo que presos em regime semi-aberto possam ser monitorados por tornozeleiras eletrônicas, em prisão domiciliar, durante a contenção do surto de coronavírus.
A Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) do Rio Grande do Norte suspendeu visitas sociais, serviços de assistência religiosa e acesso de pessoas que realizem atividades educacionais e sociais em presídios do estado.
A medida deve valer entre os dias 14 e 31 de março, mas pode ser renovada, segundo o governo. Ela segue recomendação do Depen (Departamento Penitenciário Nacional). O estado tem cerca de 10 mil presos e registra 30 mil visitas por mês.
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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21 horas atrásem
20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
20 de julho de 2026O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.
A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira
Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.
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