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EMPRESA DE PIRÂMIDE R12 INVESTIMENTOS “DÁ O GOLPE DO SÉCULO”, DIZ UM DOS INVESTIDORES.

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O pessoal somente REPLICAVA o que o Gerson falava nas reuniões e nos videos, e muitas vezes a gente levava as pessoas lá no escritório e ele mesmo explicava” – afirmou um dos investidores enganados. 

Os investidores, supostamente ludibriados, fizeram um grupo de whatsapp, denominado “DEVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO”, administrado pelas vítimas do suposto golpe. 

Outros investidores lesados, poderão ingressar no grupo de whatsapp pelo seguinte link de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/256ntHkBQLe7C6u0ABPcKI

Outro membro da rede disse: “Verdade. Eu já conhecia ele da igreja. Parecia ser um Homem honesto no q falava. Mas na verdade só se escondia. Nunca imaginava q ele iria fazer isso!”

Um dos membros do grupo “DEVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO”,  desabafou: “E lugar de bandido e na cadeia!”. 

O Advogado contratado pelos investidores supostamente enganados, Dr Max Elias Araújo, afirmou: “Eu estou impressionado e acredito que ultrapassará os 50 milhões. É quase uma Mega Sena da Virada”. 

Disse ainda o advogado Dr Max Elias Araújo: Meus amigos, tive uma reunião hoje (17/01/2018) com o Senhor Roberto da Princesinha e garanto que este é de fato um verdadeiro guerreiro, o qual está em plena luta por todos nós e em especial pelo nosso ressarcimento, vejo que ele está lutando incansavelmente e vamos realmente conseguir fazer a Justiça, assim, aguardem que amanhã mostrarei aqui uma coisa bombástica, porém precisamos nos unir mais e mais, pois a união faz a força” – conclui o advogado contratado pelos investidores lesados. 

Acesse este link para entrar no meu grupo do WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/256ntHkBQLe7C6u0ABPcKI

Convocados pelo empresário Roberto, do restaurante A Princesinha, localizado no Centro de Rio Branco, diversos cidadãos de Rio Branco se uniram para prestar queixa de uma situação envolvendo um possível esquema de pirâmide financeira, com implicações que podem extrapolar o território brasileiro e chegar a prejuízos internacionais.

ENTENDA O CASO: 

MAIS UM BLOCO NA PIRÂMIDE

De acordo com os presentes, a situação é culpa da empresa R12 Investimentos, sob responsabilidade de Gerson Costa Lima. Após pesquisa, o site ContilNet averiguou uma publicação de julho de 2017 no YouTube, onde todo o passo-a-passo dos supostos investimentos eram realizados.

O investimento funcionava da seguinte forma: os investimentos eram a partir de mil reais, sendo que, deste valor, era prometida uma rentabilidade de R$ 30% desse valor ao longo de seis meses. No último mês, junto com os 30%, eram prometidos outros 30% do capital investido.

“GOLPE DE QUASE R$ 37 MILHÕES”

Gerson, de acordo com os investidores, desativou o site que disponibilizada informações sobre as contas e, desde então, não possui mais um número de telefone que seja do conhecimento dos investidores. Os relatos implicam cerca de 1.700 pessoas (dentro e fora do Brasil) que investiram e não receberam os valores que a empresa prometia. Destas, cerca de 950 são do Acre.

“Já está sem operar há quatro meses. O escritório que tinha aqui na Capital foi fechado, o site ficou inoperante e ninguém mais conseguiu acessar as respectivas contas. O Gerson alegou ter sido roubado por um grupo dentro da própria empresa, mas a verdade é que ele parou de operar na bolsa e transformou tudo em um esquema de pirâmide”. O prejuízo do golpe pode chegar a quase R$ 37 milhões”, disse Alencar.

Outro investidor, que pediu para ficar anônimo, mencionou uma suposta “promoção” dentro do círculo de investidores: se uma pessoa trouxesse outra para a empresa, ganhava um bônus de 4% dentro do seu respectivo valor.

Constatou-se, após averiguação, que o nome de Gerson é citado em seis processos que já estão correndo no Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), onde são solicitadas as devoluções dos valores investidos na empresa dele.

Um boletim de ocorrência mostrado durante o encontro no restaurante também mostra a caracterização da situação como “estelionato simples”, previsto no Artigo 171 do Código Penal Brasileiro.

O grupo de investidores tentou encontrar em contato com Gerson para uma resposta sobre as acusações, mas, até o fechamento desta matéria, o empresário não foi encontrado para possíveis esclarecimentos.

 

Leia também: http://www.tarauaca.net.br/caso-de-policia-acreanos-denunciam-possivel-piramide-financeira-da-r12/

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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



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