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Em protesto, mulheres de faccionados do B13 e CV não farão mais visitas íntimas até segunda ordem

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Um protesto inusitado deve mexer com as estruturas das Forças de Segurança nesta semana. As mulheres e familiares dos detentos do presídio Francisco D’Oliveira Conde e Antônio Amaro Alves, em Rio Branco, ligadas as facções criminosas Bonde dos 13 e Comando Vermelho, se unirão, não precisamente pelo fim da guerra pelo controle do tráfico de drogas e armas, que nos últimos anos já vitimou mais 1.400 pessoas no Estado, mas sim por uma situação que vem se tornando comum em bairros periféricos de Rio Branco: pessoas inocentes que são parentes de presos estão sendo expulsas de suas casas a base de coação e ameaça por membros de facções rivais.

A medida drástica tomada por essas mulheres é a suspensão das visitas íntimas e familiares que ocorrem durante a semana, o que pode ocasionar uma série de contratempos no Sistema Penitenciário do Acre. “Nós não compactuamos com essas atitudes de membros faccionados que vem tomando conta do nosso estado de impedir as famílias de não ter acesso de suas residências ,onde a casa é algo inviolável”, disse uma das mulheres que não quis se identificar por medo de morrer.

“Esse tratamento não está sendo aceito. Temos familiares que não precisam está passando por isso. Não tem nada a ver com essa guerra onde idosos, crianças, pessoas que são da igreja, que não vivem do crime, que apenas para não abandonar o filho, sobrinho, neto, esposo e o irmão, visitam seu familiar que está ali no presídio”, argumentou.

A mulher disse que uma mobilização “diplomática” entre esposas de membros do B13 e CV ganha corpo e reuniões estarão sendo feitas nesta semana. O objetivo é cessar as visitas íntimas e familiares até que líderes resolvam entrar em um acordo para não mexer com familiares um dos outros.

ac24horas apurou por meio de fontes ligadas familiares de presos que residem no bairro João Eduardo, em Rio Branco, tiveram suas casas marcadas por membros de facções para deixarem seus lares.

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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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