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Em Cruzeiro do Sul, incêndio atinge depósito de mercantil e combate com 45 bombeiros dura mais 6 horas

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Dois bombeiros tiveram dificuldades de respirar durante ocorrência e foram atendidos pelo Samu. Ninguém ficou ferido.

Capa: Incêndio atinge depósito de mercado e combate com 45 bombeiros dura mais 6 horas no interior do Acre — Foto: Asscom/Corpo de Bombeiros. 

O Corpo de Bombeiros de Cruzeiro do Sul levou seis horas para conter um incêndio de grande proporção que atingiu um mercantil no bairro João Alves na tarde desta terça-feira (5) em Cruzeiro do Sul, interior do Acre. No total, 45 homens estavam na ação e dois tiveram que ter atendimento médico por inalar fumaça.

Entre combate e rescaldo, a ocorrência seguiu até às 22h30. Ao todo, 90 mil litros de água foram usados no combate. O comandante do batalhão na cidade, capitão José Oliveira, disse que a dificuldade foi porque o fogo iniciou no subsolo do mercantil.

“Aconteceu num local confinado, que é o subsolo, onde funcionava o depósito. Foram três viaturas dos bombeiros, três caminhões-pipa. O Samu atendeu dois militares que tiveram dificuldades para respirar por inalar fumaça, mas nada grave. As causas do incêndio são indeterminadas e será necessária uma perícia para determinar. Os prejuízos foram apenas materiais, toneladas de mercadoria foram perdidas, porém não houve vítimas”, disse.

Perícia deve confirmar causas do incêndio em mercado no interior do Acre  — Foto: Asscom/Bombeiros

Perícia deve confirmar causas do incêndio em mercado no interior do Acre — Foto: Asscom/Bombeiros.

Logo no começo do incêndio, cerca de 15 pessoas estavam dentro do estabelecimento. O prédio foi evacuado, mas o fogo atingiu grande parte da edificação, que mede aproximadamente 680 m².

No depósito havia cerca de oito toneladas de mercadorias, segundo os bombeiros. “Pela alta carga de materiais combustíveis e o confinamento das chamas, o incêndio gerou grande quantidade de fumaça”, diz a nota da corporação.

Bombeiros de folga reforçaram a operação no interior do Acre  — Foto: Asscom/Bombeiros

Bombeiros de folga reforçaram a operação no interior do Acre — Foto: Asscom/Bombeiros

Solidariedade

Como o incêndio foi de grande proporção, militares que estavam de folga reforçaram as equipes. A prefeitura cedeu os caminhões-pipas usados no combate.

Muitos bombeiros tiveram exaustão física, mas conseguiram manter um revezamento. “Com a permanência do Samu na base da operação, foi possível um revezamento da equipe nas linhas de combate que passavam pela ministração de oxigênio, na própria viatura do SAMU, como procedimento de segurança para toda a equipe que trabalhava no local”, destaca a nota.

No final da operação, moradores que acompanhavam os bombeiros aplaudiram o trabalho da equipe.

Investigação

O local ainda deve passar por uma perícia, mas, segundo os bombeiros, os funcionários chegaram a relatar ao dono do estabelecimento que viram faíscas saindo do quadro de distribuição de energia antes do incêndio.

Depósito tinha cerca de oito toneladas de alimentos armazenadas  — Foto: Asscom/Bombeiros

Depósito tinha cerca de oito toneladas de alimentos armazenadas — Foto: Asscom/Bombeiros

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3ª Semana Acadêmica de Sistemas de Informação

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre

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O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.

“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”

Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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