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Em Brasília, vítimas da explosão em barco no Rio Juruá apresentam melhora e devem ter alta nos próximos dias

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Os quatro pacientes, vítimas da explosão em barco no rio Juruá, que se encontram  internados  no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília, apresentaram melhora e devem ter alta nos próximos dias. A informação é do presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), José Adorno, que dá suporte e acompanha o atendimento fora de domicílio das vítimas do acidente.
“São pacientes que sofreram queimaduras de 2º grau e que, ao chegarem em Brasília, receberam o atendimento necessário. Hoje estão em enfermaria, com quadro clinico estável e devem ter alta em breve”, informou Adorno.
Em Goiânia, Jucicleia Ferreira da Silva, 42 anos, recebeu atendimento. O estado clínico também é estável. Em Belo Horizonte, no Hospital João XXIII, estão internadas outras seis pessoas. Antônio José de Oliveira da Silva, 33 anos;  Valdir Torquato da Silva, 51 anos; Francisco Luna dos Santos, 46 anos; José Ortenízio Souza da Conceição,  39 anos; Umberto da Conceição de Oliveira, 38 anos, e o menino P.V.F.S., de 4 anos.
A criança passou por dois procedimentos cirúrgicos, segue com o tratamento contra a pneumonia iniciado no Acre. Com boa evolução, o quadro clínico segue estável. O paciente Umberto da Conceição, que fez o primeiro procedimento para o tratamento das queimaduras é o que apresenta melhora mais  significativa. Entres os adultos internados no João XXIII, um foi submetido à cirurgia nesta sexta-feira. Outras duas cirurgias estão programadas para sábado e segunda-feira, 17. Apenas um paciente ainda está em estado gravíssimo.

Tratamento Fora de Domicílio

O acidente aconteceu na última sexta-feira, 7, quando uma embarcação ancorada no Rio Juruá, na região do bairro Miritizal, em Cruzeiro do Sul, era preparada pra transportar combustíveis e pessoas para os municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. Ao todo, 18 pessoas ficaram feridas, a maioria em estado grave e gravíssimo.
Em ação articulada e colaborativa com a Sociedade Brasileira de Queimados (SBQ), Presidência da República, Força Aérea Brasileira, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e toda a rede integrada do Sistema Único de Saúde, o governo do Acre iniciou os procedimentos para o atendimento em centros especializados.
Os pacientes que apresentavam quadro clínico favorável começaram a ser transferidos na segunda-feira, 10.  Seis foram levados para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, um foi transferido para unidade de referência em Goiânia e quatro para Brasília.

Proprietário do barco presta depoimento

Em Cruzeiro do Sul, a Polícia Civil segue com a investigação para esclarecer as causas do acidente. Conforme relatos das doze testemunhas já ouvidas pelo delegado Lindomar Ventura, responsável pela investigação, uma fagulha na bateria do motor, em contato com o combustível teria provocado a explosão do barco.
Nesta sexta-feira, 15, o proprietário do caminhão, que dirigia o veículo no momento em que o barco era abastecido com combustível, prestou depoimento. À polícia, o motorista disse que não sabia que no barco havia outras pessoas, além da tripulação, e afirmou que todos os procedimentos de segurança recomendados para a operação foram tomados.
Ainda segundo a polícia, o motorista do caminhão é devidamente habilitado para Movimentação de Produtos Perigosos (MOPP) e o veículo registrado na distribuidora para transportar combustível.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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