Economia e Negócios
Em 4º dia de greve, caminhoneiros fazem manifestações pelo país
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8 anos atrásem
Cidades enfrentam falta de combustível, que afeta ônibus e aeroportos
Os caminhoneiros fazem bloqueios em rodovias federais em 22 estados e no Distrito Federal nesta quinta-feira (24).
- O motivo do protesto é o custo do diesel. O petróleo subiu de preço e a Petrobras repassa as flutuações nas cotações internacionais às refinarias.
- Nesta quarta-feira, Pedro Parente, presidente da Petrobras, disse que reduziria o preço do diesel em 10% por 15 dias
- As lideranças dos caminhoneiros têm encontro marcado com a Casa Civil às 14h desta quinta.
- 10h31 24.maiSão Paulo
Procon-SP orienta que consumidor documente aumento sem justa causa de combustíveis
Com as altas de preços em alguns postos devido à escassez de combustíveis, o Procon emitiu nesta quinta-feira (24) nota em que orienta os consumidores a fazerem denúncias documentadas sobre a prática.
De acordo com o órgão, a prática abusiva é prevista no Código de Proteção e Defesa do Consumidor, em seção que trata da elevação de preços de produtos e serviços sem justa causa.
Conforme o Procon, o consumidor precisa documentar a denúncia com nota fiscal ou com o máximo de informações sobre o posto —nome, bandeira que trabalha, endereço, data da compra e preços. Fotos também podem ser utilizadas.
A denúncia pode ser feita por meio do site do órgão.
- 10h24 24.maiSão Paulo
Concessionárias de ônibus da SPUrbanuss vão atender normalmente nesta quinta-feira
O SPUrbanuss, sindicato que representa empresas responsáveis por cerca de 60% da frota de ônibus da cidade de São Paulo, diz que as companhias manterão o atendimento normalmente nesta quinta-feira.
Segundo a assessoria de imprensa do sindicato, empresas chegaram a abastecer seus ônibus em postos de combustível para conseguir atender à população.
Porém, o sindicato diz que apenas 2 das 14 empresas representadas acreditam poder prestar atendimento com capacidade total na sexta-feira, caso a greve continue. As demais devem oferecer serviço nos horários de pico e ter menos veículos nas ruas nos momentos de menor movimento. (Filipe Oliveira)
- 10h09 24.maiRegião Sul
JF determina multa de R$ 1.000 por hora para quem bloquear rodovias federais gaúchas
A Justiça Federal concedeu liminar em favor da União na manhã desta quinta (24), determinando multa de R$ 1.000 por hora para quem bloquear as rodovias federais gaúchas. A AGU (Advocacia-Geral da União) encaminhou a solicitação à Justiça a pedido da Polícia Rodoviária Federal. No momento, há reunião de manifestantes em mais de 50 pontos nas rodovias federais do Rio Grande do Sul. (Ana Luiza Albuquerque)
- 10h07 24.maiSão Paulo
Volta para casa preocupa em terminal de ônibus de Guaianases
Em Guaianases a situação está normal, sem alteração na frota, segundo funcionários. Alguns usuários acharam o terminal mais vazio que o normal para o horário. Outros disseram que estava do mesmo jeito. Mas todos estão preocupados com a volta para casa: acham que vai estar um caos. Eles imaginam que não vai ter gasolina para abastecer os ônibus.
Alguns dos motoristas que estavam em um posto para abastecer na Marechal Tito, no Itaim Paulista, estão se precavendo e enchendo o tanque. Mas a maioria dos entrevistados só estava sem gasolina e por isso parou para abastecer. (Jéssica Lima)
- 10h07 24.maiDistrito Federal
Motoristas enfrentam longa fila para abastecer em Brasília
- 10h06 24.mai
Manifestações novamente tomam conta do país
As paralisações nas rodovias já atingem ao menos 22 estados, além do Distrito Federal, nesta quinta-feira (24). Todas as regiões do país têm manifestações em rodovias neste momento, com predominância de atos nas regiões Sul e Sudeste.
- 10h02 24.maiSão Paulo
Trabalhadores do Cegaesp ainda decidem se apoiam greve
Neste momento entidades de trabalhadores que atuam no Ceagesp estão decidindo se irão apoiar a greve. “Da última vez que fizeram greve geral, só deu prejuízo aos comerciantes e carregadores que perderam produtos e trabalho”, diz comunicado assinado pelos sindicatos Sindicar, dos carregadores, Sincomflores, dos floristas, Sindicato Rural de São Paulo e outros.
Se os trabalhadores do Ceagesp decidirem parar, a paralisação acontecerá nesta sexta (25). O Ceagesp reúne oito entidades de comerciantes e trabalhadores. As categorias estão divididas.
“Pelo desabastecimento nós já somos obrigados a parar. Nós não apoiamos a greve mas preferimos ficar abertos. Nem os meus clientes estão conseguindo chegar aqui. Mas o melhor é não parar e continuar aqui para fornecer a quem podemos” , diz Hilton Piquera, diretor do Sincomat (dos comerciantes e atacadistas do Ceagesp) (Joana Cunha)
- 9h44 24.maiSão Paulo
Veículos fazem fila para abastecer em posto de gasolina na avenida Sumaré, zona oeste de São Paulo.
Vinicius Mota/Folhapress 
Fila em posto da Avenida Sumaré, zona oeste de São Paulo
- 9h38 24.mai
Sem exportar, setor de carne já acumula prejuízo com greve
Desde a última segunda-feira (21), o país deixou de exportar 25 mil toneladas de carne de frango e suínos, de acordo com a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).
Esse montante equivale a uma receita de US$ 60 milhões (R$ 218,9 milhões).
Além disso, 1.200 contêineres de carne bovina deixaram de ser enviados ao exterior, conforme a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne).
Ambas representam mais de 170 empresas e cooperativas da cadeia de proteína animal no país e afirmam que, até sexta-feira (25), mais de 90% da produção de proteína animal pode ser interrompida se a greve dos caminhoneiros persistir. (Marcelo Toledo)
- 9h17 24.maiSão Paulo
500 ônibus coletivos param na capital paulista, diz SPTrans
Subiu de 3% para 5% o total de ônibus que deixaram de circular na capital paulista na manhã desta quinta-feira (24), segundo balanço atualizado da SPTrans (companhia responsável pelo sistema de transporte). Por volta das 8h, dos 14 mil ônibus previstos, 500 não foram para as ruas. De acordo com a companhia, o problema já é registrado em todas as regiões da cidade. (Dhiego Maia)
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Economia e Negócios
BNED PREPARA INVESTOR DAY E DESPERTA ATENÇÃO DO MERCADO APÓS RETORNO AO LUCRO
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11 de junho de 2026Nova York – A Barnes & Noble Education (NYSE: BNED), tradicional fornecedora de soluções educacionais para universidades norte-americanas, volta ao radar de investidores após uma sequência de resultados que indicam recuperação operacional, crescimento de receita e retomada da rentabilidade.
A companhia realizará seu aguardado Investor Day em 25 de junho, evento no qual a alta administração apresentará ao mercado suas estratégias de expansão, projeções financeiras e perspectivas de crescimento para os próximos anos. O encontro ocorre em um momento particularmente relevante para a empresa, que busca consolidar sua transformação de um modelo tradicional de livrarias universitárias para uma plataforma integrada de soluções acadêmicas digitais.
Nos resultados mais recentes, a BNED reportou crescimento de receita superior a 11%, impulsionado principalmente pela expansão do programa First Day Complete, iniciativa que fornece materiais didáticos digitais aos estudantes desde o primeiro dia de aula. O segmento registrou crescimento superior a 30%, reforçando a tese de que a companhia está conseguindo capturar uma tendência estrutural de digitalização do ensino superior norte-americano.
Outro aspecto que tem chamado a atenção dos investidores é o retorno da lucratividade. Após anos marcados por desafios operacionais e reestruturações corporativas, a empresa voltou a registrar lucro líquido positivo, fortalecendo a percepção de que a fase mais crítica de sua recuperação pode ter ficado para trás.
Analistas do setor observam que o Investor Day poderá representar um importante divisor de águas para a precificação do ativo. O mercado aguarda a divulgação de metas financeiras de médio prazo, projeções de expansão das margens operacionais e detalhes sobre a política de retorno ao acionista, especialmente após a administração sinalizar a intenção de implementar dividendos regulares a partir do exercício fiscal de 2027.
A expectativa também se concentra na capacidade da companhia de ampliar sua presença em universidades norte-americanas, expandir sua base de usuários e aumentar a geração de caixa recorrente. Caso as projeções superem as expectativas do mercado, investidores acreditam que a ação poderá experimentar uma reavaliação significativa de valor.
Embora os riscos inerentes ao segmento educacional e ao ambiente econômico permaneçam presentes, o atual momento da BNED é visto por parte dos investidores como uma combinação rara entre recuperação operacional, crescimento acelerado de receita e potencial de valorização ainda não totalmente refletido na cotação das ações.
Com o Investor Day se aproximando, a Barnes & Noble Education entra em um período decisivo. A companhia terá a oportunidade de demonstrar que sua recente melhora financeira não representa um evento isolado, mas o início de um novo ciclo de crescimento sustentável e criação de valor para os acionistas.
Para investidores que acompanham histórias de turnaround no mercado norte-americano, a BNED poderá estar prestes a enfrentar seu teste mais importante: convencer Wall Street de que sua transformação já está em curso e que os melhores resultados ainda estão por vir.
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BNED volta ao radar de Wall Street após crescimento acelerado e anúncio de dividendos
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2 semanas atrásem
3 de junho de 2026Nova York – Após anos de reestruturação e desafios enfrentados pelo setor educacional, a Barnes & Noble Education (NYSE: BNED) começa a chamar novamente a atenção dos investidores. A companhia, que atua em centenas de universidades norte-americanas, vem apresentando uma combinação rara de crescimento operacional, expansão de mercado e fortalecimento financeiro.
Os números mais recentes revelam uma empresa em transformação. No terceiro trimestre fiscal de 2026, a receita avançou 11,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$ 515,1 milhões. O principal destaque foi o programa First Day Complete, cuja receita cresceu expressivos 32,1%, consolidando-se como um dos motores de crescimento da companhia. Atualmente, cerca de 1,25 milhão de estudantes utilizam a plataforma em 237 campi universitários espalhados pelos Estados Unidos.
O mercado também recebeu positivamente a decisão da administração de iniciar um programa regular de dividendos a partir do exercício fiscal de 2027. O anúncio representa uma mudança importante de percepção, pois empresas em recuperação raramente assumem o compromisso de remunerar acionistas sem que exista confiança na geração futura de caixa.
Outro fator que vem despertando interesse é a proximidade do Investor Day, marcado para 25 de junho de 2026. O evento ocorrerá diretamente da Bolsa de Nova York (NYSE) e deverá apresentar ao mercado a estratégia de crescimento da companhia, suas perspectivas financeiras e os próximos passos para expansão dos programas acadêmicos e das operações digitais. Historicamente, eventos dessa natureza costumam funcionar como catalisadores quando empresas buscam reposicionar sua imagem perante investidores institucionais.
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Analistas e investidores também observam a melhora gradual dos fundamentos operacionais. A empresa registrou crescimento consistente das vendas comparáveis, ampliação da base de clientes universitários e fortalecimento de sua posição em soluções educacionais digitais. Além disso, a administração projeta crescimento adicional do EBITDA ajustado para o exercício fiscal de 2027, reforçando a expectativa de continuidade da recuperação.
No mercado acionário, o movimento não passou despercebido. Após negociar em níveis próximos de mínimas recentes, as ações passaram a registrar forte recuperação, refletindo a combinação de resultados superiores aos esperados, perspectiva de dividendos e expectativa em torno do Investor Day.
Embora riscos permaneçam presentes — como ocorre em qualquer investimento em renda variável — a narrativa da BNED parece ter mudado significativamente nos últimos meses. Para investidores que acompanham histórias de turnaround corporativo, a companhia voltou a figurar entre os casos mais interessantes do segmento educacional norte-americano.
Com crescimento acelerado do programa First Day Complete, melhora operacional, redução gradual das pressões financeiras e a iminente apresentação de sua estratégia ao mercado, a Barnes & Noble Education entra no segundo semestre de 2026 cercada por um nível de atenção que não recebia há vários anos.
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Barnes & Noble Education (BNED) avança na transformação do ensino superior e reacende o interesse do mercado
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16 de abril de 2026Em um cenário global marcado por disrupções tecnológicas e pela reconfiguração do modelo educacional, a Barnes & Noble Education (BNED) emerge como uma das protagonistas silenciosas de uma transformação estrutural no ensino superior norte-americano.
Longe de ser apenas uma operadora de livrarias universitárias, a companhia vem consolidando uma estratégia robusta baseada em soluções integradas de conteúdo acadêmico, com destaque para o programa “First Day”, que já apresenta crescimento expressivo e sinaliza uma mudança definitiva na forma como estudantes acessam materiais educacionais.
Barnes & Noble Education (BNED) – 16/04/2026 (https://br.tradingview.com/)
O modelo é simples na aparência, mas disruptivo na essência: garantir acesso imediato e padronizado ao conteúdo desde o primeiro dia de aula. Na prática, trata-se de uma reconfiguração do fluxo de receita e da experiência acadêmica, com impacto direto na previsibilidade financeira da empresa e na retenção de contratos institucionais.
Os números mais recentes confirmam esse movimento. A receita segue em expansão consistente, impulsionada pela adoção crescente das soluções digitais e pela ampliação de parcerias estratégicas com universidades de grande porte. Ainda que o lucro tenha sofrido compressão no curto prazo — reflexo de investimentos e ajustes operacionais —, o mercado começa a identificar um padrão recorrente em empresas em fase de transição: sacrificar margens no presente para capturar escala e eficiência no médio prazo.
Essa leitura é reforçada pela agenda corporativa. A companhia já anunciou a realização de um Investor Day, evento tradicionalmente utilizado para reposicionar narrativas estratégicas, apresentar projeções e alinhar expectativas com o mercado institucional. Historicamente, movimentos dessa natureza funcionam como catalisadores relevantes para reprecificação de ativos.
Outro vetor que sustenta a tese de crescimento está na expansão do portfólio de contratos. Ao firmar novas parcerias com instituições acadêmicas de destaque, a BNED não apenas amplia sua base de clientes, mas fortalece barreiras de entrada em um segmento altamente especializado, onde escala, logística e integração tecnológica são determinantes.
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No pano de fundo, há ainda um fator estrutural frequentemente subestimado: o ensino superior segue sendo um dos setores mais resilientes da economia, especialmente em momentos de transição econômica. A digitalização desse ecossistema, aliada à necessidade crescente de qualificação profissional, cria um ambiente favorável para empresas que consigam oferecer soluções eficientes e escaláveis — exatamente o espaço que a BNED vem ocupando.
O mercado, por sua vez, mantém uma leitura cautelosamente otimista. A volatilidade recente das ações reflete não uma deterioração estrutural, mas sim o ajuste natural entre expectativas de curto prazo e o tempo necessário para maturação da estratégia. Para investidores atentos, esse descompasso entre preço e narrativa pode representar um ponto de inflexão relevante.
A trajetória da Barnes & Noble Education, portanto, não é a de uma empresa em declínio, mas a de uma organização em processo ativo de reinvenção — migrando de um modelo tradicional para uma plataforma educacional integrada, com potencial de captura de valor ainda em desenvolvimento.
Em um mercado cada vez mais orientado por inovação, dados e escala, a pergunta que se impõe não é se o setor educacional será transformado, mas quem liderará esse processo. E, neste contexto, a BNED já deixou de ser coadjuvante.
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