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É falsa a suposta pesquisa que mostra Bolsonaro campeão de votos no Acre
PUBLICADO
8 anos atrásem
Notícia sobre pesquisa que mostra Bolsonaro líder em todos os estados é falsa.
Corrente de WhatsApp diz que candidato do PSL lidera em todos os estados mesmo com Lula candidato.
Texto divulgado nas redes sociais diz que, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, Jair Bolsonaro, do PSL, está à frente nos 26 estados mesmo com Lula na corrida presidencial. Junto à mensagem está um link para o site O Detetive afirmando que o candidato venceria as eleições no primeiro turno.
De acordo com apuração da Folha, a última pesquisa realizada pelo instituto, divulgada na segunda (23), foi realizada apenas no estado do Rio de Janeiro e mostra Bolsonaro com 26,6% de intenções de votos, enquanto Lula tem 25,5%.
O texto compartilhado mostra que, no estado do Rio, o candidato do PSL está com 64,72% e Lula atinge 32,61%.
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Procurado pela reportagem, o Paraná Pesquisas disse que o levantamento divulgado pelo site O Detetive e por usuários de WhatAapp nunca foi feito. “Se reserva no direito de acionar na Justiça quem divulgar informação falsa usando o nome do instituto”, disse a empresa em comunicado.
Pode ser áudio, vídeo, corrente, imagem ou notícia que circule pelo aplicativo ou por redes sociais, como Facebook ou Instagram. O jornal fará uma seleção do conteúdo a ser checado e publicará o resultado desse trabalho. Folha SP.
Leia a íntegra do falso texto divulgado nas redes:
Atenção, a pesquisa abaixo foi feita pela instituição Paraná Pesquisas e já está registrada no TSE, porém, nenhuma emissora de TV ou jornal quis divulgar.
Nova pesquisa da Paraná Pesquisas mostra Bolsonaro na frente em todos os estados mesmo com Lula candidato. A Globo não quer divulgar.
Pesquisa estimulada:
Acre
Bolsonaro 43,18 %
Lula 25,47%
Alagoas
Bolsonaro 48,36%
Lula 29,86%
Amapá
Bolsonaro 51,29%
Lula 33,01%
Amazonas
Bolsonaro 56,18%
Lula 22,95%
Bahia
Bolsonaro 38,62%
Lula 23,75%
Ceará
Bolsonaro 32,46%
Lula 31,22%
Distrito federal
Bolsonaro 56,25%
Lula 33,83%
Espírito santo
Bolsonaro 55,70%
Lula 20,18%
Goiás
Bolsonaro 49,25%
Lula 29,40%
Maranhão
Bolsonaro 35,90%
Lula 27, 81%
Mato Grosso
Bolsonaro 54,36%
Lula 19,62%
Mato Grosso Sul
Bolsonaro 54,55%
Lula 12,68%
Minas
Bolsonaro 58,81%
Lula 11,94%
Pará
Bolsonaro 49,67%
Lula 26,00%
Paraíba
Bolsonaro 33,91%
Lula 28,68%
Paraná
Bolsonaro 47,88%
Lula 29,19%
Pernambuco
Bolsonaro 35,09%
Lula 23,63%
Piauí
Bolsonaro 39,71%
Lula 18,45%
Rio Janeiro
Bolsonaro 64,72%
Lula 32,61%
Rio Grande Norte
Bolsonaro 36,51%
Lula 28,96%
Rio Grande Sul
Bolsonaro 48,39%
Lula 36,16%
Rondônia
Bolsonaro 46,85 %
Lula 23,31%
Roraima
Bolsonaro 50,43%
Lula 28,29%
Santa Catarina
Bolsonaro 42,41%
Lula 15,76%
São Paulo
Bolsonaro 61,47%
Lula 37,27%
Sergipe
Bolsonaro 43,13%
Lula 29,66%
Tocantins
Bolsonaro 51,23%
Lula 26,98%
COMPARTILHE E MOSTRE QUE O POVO CANSOU DE SER OTÁRIO!!!!
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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