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Durante forte chuva, corredor do Hospital das Clínicas alaga e prejudica atendimento

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A forte chuva que caiu sobre Rio Branco nesta quarta-feira, 27, não trouxe prejuízos apenas aos motoristas que não conseguiram dirigir com as ruas completamente alagadas.

Além do apagão, quem estava no Hospital das Clínicas sofreu com o acúmulo de água.

Os corredores ficaram inundados e os servidores que trabalham na limpeza tiveram que trabalhar duro para escorrer tanta água.

Dos 15 ambulatórios da unidade hospitalar, em 13 os atendimentos foram suspensos em decorrência do acúmulo de água dentro do hospital.

O mais preocupante é que esse tipo de situação ocorra em setores que podem comprometer a saúde dos pacientes, como salas de cirurgia e enfermarias e onde existem equipamentos que custam milhões de reais.

O superintendente do Hospital das Clínicas, Lúcio Brasil, afirmou que a inundação é resultado da falta de manutenção ao longo dos últimos anos. “Há 20 anos esse hospital não recebe uma manutenção, uma reforma. Temos um sistema de calhas que são estreitas demais e não aguentam o volume de água. O governador Gladson Cameli esteve aqui no domingo, se sensibilizou com a situação do hospital e prometeu que não medirá esforços para resolver os problemas do HC. Mas, infelizmente, isso não vai ser resolvido logo. Temos que fazer licitação e se chover de novo, vai alagar. Além dos pacientes, temos equipamentos aqui como um tomógrafo que custa 5 milhões de reais”, afirmou Brasil.

Em relação aos pacientes que voltaram para suas casas sem atendimento, Lúcio garantiu que todos serão atendidos na próxima semana. “Eu, como gestor e profissional da saúde, me sensibilizo muito com os pacientes. Quero deixar bem claro e avisar a sociedade que todos serão agendados e atendidos na próxima semana”, diz o superintendente do HC.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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