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POLÍTICA

Deputado do Acre denuncia caos em hospitais e diz que governo petista é inoperante

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Durante sessão realizada nesta quarta-feira (20), o deputado Luiz Gonzaga (PSDB) reclamou das condições em que se encontram o Pronto Socorro da capital, Hospital das Clínicas e Hospital de Cruzeiro do Sul. O parlamentar disse que recebe inúmeras denúncias de pessoas alegando não conseguir atendimento por falta de profissionais e também de medicação.

De acordo com o deputado, algumas pessoas têm evitado procurar atendimento no Pronto Socorro, pois, de acordo com ele, 14 pessoas teriam falecido entre os dias 15 e 16 deste mês, no hospital. Reiterou ainda que faltam os mais diversos medicamentos na unidade de saúde.

“Entre quinta e sexta morreram 14 pessoas no Pronto Socorro de Rio Branco. Hoje recebi a mesma denúncia de outra pessoa, falando o mesmo: que falta tudo no Pronto Socorro, não tem medicamento. Até o diretor já pediu demissão e a informação é que ninguém quer assumir por conta da atual situação em que a unidade se encontra, porque não tem condições de trabalho”, denunciou.

Luiz Gonzaga criticou o modelo adotado pelo governo petista e alegou que eles ainda afirmam que o Estado possui uma saúde de primeiro mundo. Denunciou que as pessoas estão morrendo à míngua nas filas de espera para a realização de cirurgia no Hospital das Clínicas. Reiterou também que em Cruzeiro do Sul a situação do hospital local não é das melhores.

“Essa é a saúde que o pessoal do PT elogia e chama de primeiro mundo. Na Fundação Hospitalar as pessoas estão morrendo na fila de espera para fazer uma cirurgia. Falta tudo, até mesmo fio de sutura. Em Cruzeiro do Sul ocorre o mesmo, faltam medicamentos e profissionais. Esse é o PT que quer continuar governando o Estado, um governo inoperante, incompetente e irresponsável”, concluiu. Por Andressa Oliveira.

OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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POLÍTICA

Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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