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Decreto de calamidade pública por pandemia de Covid-19 é aprovado por deputados no Acre
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7 anos atrásem
Texto foi aprovado por unanimidade em sessão extraordinária nesta sexta-feira (20), na Aleac. Acre tem sete casos confirmados da doença e 10 em investigação.
Foto de capa: Decreto de calamidade pública por pandemia de Covid-19 é aprovado por deputados no Acre — Foto: Aline Vieira/Arquivo pessoal.
Os deputados do Acre aprovaram, por unanimidade, o decreto de calamidade pública por conta da pandemia de Covid-19 em sessão extraordinária nesta sexta-feira (20) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O documento tinha sido enviado pelo governador Gladson Cameli na quinta (19).
Ao todo, foram 15 votos a favor do decreto que tem validade até 31 de dezembro de 2020. Segundo boletim divulgado ainda nesta sexta pela governo, o Acre tem sete casos confirmados de novo coronavírus e outros 10 em investigação.
Casos só são oficialmente reconhecidos como suspeitos após confirmação do Ministério da Saúde, o que ainda não ocorreu.
Os três novos pacientes são de uma arquiteta de 26 anos, que estava em São Paulo e contraiu a doença na capital paulista; um homem de 81 anos, presidente de uma cooperativa extrativista que esteve na Itália e um advogado de 29 anos, que contraiu a doença ao ter contato com a outra advogada que estava fora do estado.
Portas fechadas
Para obedecer a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a sessão na Aleac ocorreu a portas fechadas para evitar aglomeração.
O presidente da Aleac, deputado Nicolau Júnior (Progressistas) afirmou que a medida diminui a burocracia e possibilita que o governo possa comprar itens necessários ao enfrentamento da doença e também contratar mais profissionais da área da saúde.
O deputado Edvaldo Magalhães falou da importância da aprovação do decreto nesse momento de pandemia.
“Nós precisamos, nesse momento de grande dificuldade que vive o nosso povo, tomar as medidas duras necessárias e nesse aspecto, a proposta de decreto legislativo para que a gente tenha o estado de calamidade pública está correto por parte do governo”, afirmou.
Situação de emergência
Na terça-feira (17), o governador do Acre, Gladson Cameli, decretou situação de emergência devido à pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. O decreto 5.465, válido por 30 dias e podendo ser prorrogado, aponta ainda que as recomendações valem até que a emergência em saúde prevaleça, assim como determinou o Ministério da Saúde.
O mundo vive uma pandemia de Covid-19, declarada desde a quarta (11) pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Três dos quatro casos da doença confirmados no Acre foram reconhecidos pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (19).
O Brasil contabiliza mais de 600 infectados pela doença e sete mortes até esta quinta (19).
O G1 organizou uma lista com as alterações informadas pelas instituições. Ela será atualizada sempre que uma nova mudança for divulgada.
Como evitar o contágio
- Cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar;
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Não compartilhar objetos de uso pessoal;
- Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado;
- Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool;
- Deslocamentos não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente;
- Quem for viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), e a circulação em mercados de animais e seus produtos.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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