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Copão Comunitário 2018 começa no dia 30 de junho

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Competição reúne mais de 4 mil atletas e 166 Equipes. Este ano, a tecnologia vai fazer a diferença.
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A abertura oficial do Copão Comunitário de Rio Branco 2018 será no dia 30 de junho, sábado, a partir das 15 horas, na Arena da Floresta. O Congresso Técnico que definiu número de chaves, locais de jogos e confrontos da competição foi realizado na noite desta quinta-feira (21) no Teatro Plácido  de Castro. A abertura do evento contou a presença da prefeita Socorro Neri. Na oportunidade, atletas, dirigentes e presidentes de Associações de Moradores também conheceram o regulamento da competição.
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E como acontece todo ano, desde 2013, o número de equipes inscritas aumenta: este ano serão 166 times e mais de 4 mil atletas, que jogarão 341 partidas em 11 campos de futebol.
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Com previsão de término para outubro, depois do evento de abertura na Arena da Floresta, a 6ª edição do Copão Comunitário será realizada  em 11 campos: Campo do Airton, Campo B do Calafate, Campo do Vidal, Campo B da Federação, Campo da Assembleia, Campo do Bacú, Campo do São Francisco, Campo do Vasco, Campo da EMBRAPA, Campo do “Jeso” e o Campo do Atlético.
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O secretário Municipal de Esporte e Lazer, Afrânio Moura, explica que por causa da reta final da Copa do Mundo, as partidas começarão a ser disputadas no dia 21 de julho. Ele destaca ainda que “as datas e os horários dos jogos serão divulgados até a próxima terça-feira na página copao2018.riobranco.ac.gov.br”.
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Treinos da equipes nos bairros
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Com a proximidade dos jogos, os atletas amadores que compõem os times se preparam para os confrontos. Nos treinos que já acontecem nos bairros, o objetivo é fazer bonito em campo.
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Jardel Rocha, do Bairro Conquista, é o treinador e também vai disputar algumas partidas. Ele diz que os treinos começaram há mais de um mês, e a torcida já está organizada . “A gente quer jogar bem e ir para a final”, cita.
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A equipe do Bairro da Paz, segundo o jogador Leandro de Souza, também se prepara para os confrontos do Copão. Para ele, além do futebol, o Copão proporciona a confraternização entre atletas amadores dos diferentes bairros de Rio Branco. “Em tempos de violência, jogar bola e fazer amizades é muito bom”.
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Esse foi um dos pontos citados pela prefeita Socorro Neri na abertura do Congresso Técnico. “O esporte pode fazer toda a diferença na vida desses jovens. Por isso nos empenhamos para que o Copão seja um sucesso”, enfatizou a prefeita.
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Tecnologia no Copão
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A grande novidade do Copão Comunitário de Rio Branco 2018 é o uso da tecnologia para difusão da informação. No Congresso Técnico, os sorteios das chaves, locais de jogos e os confrontos foram realizados com apoio do Instituto de Tecnologia da Informação e Inovação (ITEC). Segundo  o diretor do ITEC,  Mafran Almeida, o Instituto e a FAAO desenvolvem aplicativo que, entre outras coisas, vai divulgar os resultados das partidas em tempo real. Além disso, todo o conteúdo da página    copao2018.riobranco.ac.gov.br, também poderá ser acessado pelo celular.
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Parceiros
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Para a realização do Copão Comunitário, a prefeitura de Rio Branco, conta com importantes parcerias, como o governo do Estado, a Associação Comercial, Industrial, Agrícola e de Serviços do Acre (Acisa), a empresa Star Motos, a União das Associações de Moradores de Rio Branco (Umarb) UMARB e a FAAO.
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Nas três primeiras edições do Copão, a Acisa patrocinou o uniforme de todas as equipes. Na 4ª e na 5ª edição, concedeu o prêmio financeiro para os três melhores colocados, artilheiro e goleiro, investindo cerca de R$20 mil na realização do evento. Este ano, mais uma vez, a Star Motos doou uma motocicleta que será sorteada na partida final do Copão, na Arena da Floresta, entre os torcedores presentes no estádio. O  titular da SEMEL, Afrânio Moura faz questão de lembrar que “ sem os parceiros a prefeitura não teria como realizar um evento tão grandioso como o Copão Comunitário”.
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Da Assessoria
Fotos: Assis Lima/Asscom

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio-interna.jpg

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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