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Com secretariado sem reação e expressão na internet, gestão de Marilete “apanha” nas redes sociais

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Prefeita vive o dilema do perigo da vulnerabilidade diária por não ter um secretariado forte, empoderado, combativo e proativo, e vira ‘refém’ das redes sociais.

Para concluir que o secretariado e assessores da Prefeita Marilete Vitorino não esboçam reação diante de críticas veiculadas na internet, nem possuem expressão na rede social, é suficiente uma visita na linha do tempo (Facebook) de cada ocupante de cargo comissionado.

Os nomes dos secretários e assessores são de conhecimento público e notório, porque publicados inclusive no Diário Oficial do Estado. É só ler o Diário e fazer uma busca no Facebook, nome a nome, para se confirmar a veracidade do título desta matéria.

VISITANDO A LINHA DO TEMPO

A Redação do Acre.com.br visitou a linha do tempo (Facebook) dos principais ocupantes de cargo comissionado da gestão da Prefeita Marilete Vitorino, e constatou que poucos ou quase nenhum compartilha os conteúdos de mídia produzidos pela assessoria de comunicação do município.

As ações institucionais da gestão são publicadas pela assessoria de comunicação no site https://www.tarauaca.ac.gov.br/, todavia quase não se vê compartilhamento desse conteúdo na linha do tempo dos assessores, secretários ou subordinados da alcaide do município.

O compartilhamento das ações produzidas pela Assecom da PMTK e divulgadas no site institucional se resume aos familiares, amigos e assessores mais próximos da Prefeita.

“Até tu, Brutus?”

A frase remete a uma famosa história da Idade Antiga. No século I A.C., o imperador romano Júlio César foi vítima de uma conspiração de senadores para tirá-lo do cargo. Entre eles estava o seu filho adotivo Marcus Brutus.

O complô resultou no assassinato do imperador a punhaladas pelo grupo de senadores. Na hora da morte, Júlio César reconheceu o filho entre os seus algozes e proferiu a frase. “Até tu, Brutus, filho meu?”. É uma frase célebre que, com o tempo, adquiriu um sentido simbólico.

Nos bastidores da política local, o clima político é esse: “Até tu, Brutus?”

MUITAS AÇÕES E FRACOS APLAUSOS

Pelo que se vê nas redes sociais, quando a gestão da Prefeita Marilete Vitorino divulga suas ações, a repercussão é pífia. Não se vê conteúdo ‘viralizar’.

Na era da internet, é recorrente nas redes sociais o frenético compartilhamento de conteúdo, que se propaga às vezes por semanas. O que não se vê quando o assunto é Governo Marilete.

Como exemplo, cita-se o navio-hospital adquirido pela Prefeita ao valor de quase R$ 2 milhões. A mídia divulgada já caiu no esquecimento, em menos de sete dias. Uma aquisição de suma importância para o município, mas com poucos aplausos. O próprio secretariado não se empenhou em divulgar e compartilhar o conteúdo da ação.

BURAQUEIRA

Mas a buraqueira nas ruas de Tarauacá continua sendo a reclamação diária dos munícipes, que enfrentam ruas quase intrafegáveis. A Prefeita prometeu asfaltar em 2019 as principais ruas, mesmo sem convênio com o Governo do Estado.

O governador, até o momento, não concretizou as promessas de ajudar na pavimentação de Taraucá. Sem ‘concreto’, o povo reclama. 

SECRETARIADO SEM REAÇÃO DIANTE DE CRÍTICAS NAS REDES SOCIAIS

Recentemente, internautas denunciaram atos de vandalismo, depredação e descaso por parte do poder público de uma quadra de grama sintética. O assunto ganhou repercussão.

Segundo alguns internautas, a responsabilidade seria da Secretaria Municipal de Esportes ou da Secretaria de Administração do município.

SEM ATITUDE

Seja como for, a denúncia de descaso não foi repelida nem contestada por nenhum órgão público do município. O secretariado assistiu inerte as críticas que circularam na internet. Ninguém aplicou ‘repelente no inseto’ ou remédio na ‘picada’, e a quadra continua abandonada e sendo depredada.

Mesmo com ações e obras a divulgar, a gestão da Prefeita Marilete continua apanhando na internet, e o secretariado assiste inerte, visualiza, e não sabe onde ‘clicar’.

Por Freud Antunes e José Gomes, jornalistas.

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre

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O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.

“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.

Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.

Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.

Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.

A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.

O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.



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