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Com 13 novas mortes, Acre chega a 135 óbitos e 5.841 casos de coronavírus; veja por município

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Dados foram confirmados no boletim da Saúde desta sexta-feira (29). Em 24 horas, 241 novos casos da doença foram contabilizados em todo o Acre.

O Acre registrou, em 24 horas, 241 casos novos de Covid-19. O número saltou de 5.600 para 5.841, segundo o boletim desta sexta-feira (29) divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). O número de mortes também registrou aumento, foram 13 novos óbitos, sendo 11 homens e duas mulheres. O número total de vítimas fatais agora é 135.

Além dos casos confirmados, mais 148 aguardam análise dos exames. A taxa de contaminação no estado é de 662,3 para cada 100 mil habitantes. Das 22 cidades, Manoel Urbano e Jordão não têm casos da doença. Os casos novos foram registrados em 18 cidades do estado.

As 135 mortes foram registradas em 14 cidades. Sendo 110 em Rio Branco, uma em Acrelândia, duas em Assis Brasil, duas em Brasileia, sete em Cruzeiro do Sul, três em Plácido de Castro, duas em Porto Acre, uma em Sena Madureira, uma em Capixaba, duas em Tarauacá, uma no Bujari (primeira morte), uma em Senador Guiomard, uma em Xapuri (primeira morte), uma em Feijó (primeira morte).

Mortes

Das 13 mortes divulgadas no boletim desta sexta 11 são homens e duas mulheres. Cinco pessoas são moradoras de Rio Branco, uma de Brasileia, uma de Assis Brasil, uma do Bujari, uma de Xapuri, uma de Feijó, uma de Porto Acre e duas de Cruzeiro do Sul.

Rio Branco

Uma idosa, de 81 anos, morreu após dar entrada no dia 22 deste mês no Hospital Santa Juliana. Ele morreu no dia 26 e não tinha registro de comorbidades.

Um homem, de 58 anos, que foi internado em um hospital particular nesta quinta (28), veio a óbito no mesmo dia na unidade. Ele era residente de Rio Branco e não tinha comorbidades.

Um idoso, de 89 anos, que foi internado no dia 22 deste mês na Fundhacre, morreu no dia 24. Ele tinha hipertensão arterial, entre outras comorbidades não informadas.

Um homem, de 55 anos, deu entrada no dia 23 deste mês no PS da capital e morreu no dia 27. Ele possuía registro de comorbidade, mas o boletim da saúde não especificou qual.

Outro idoso, de 75 anos, que deu entrada no dia 25 deste mês na UPA do Segundo Distrito morreu no dia 27. Ele não possuía registro de comorbidades.

Assis Brasil

Um homem, de 64 anos, que foi internado no dia 25 no Hospital Regional de Brasileia, morreu na nesta quinta (28). Ele morava no município de Assis Brasil e tinha hipertensão arterial.

Xapuri

Um idoso, de 60 anos, que deu entrada no dia 25 deste mês no Into, em Rio Branco, foi a primeira morte pela doença registrada em um morador de Xapuri. Ele faleceu nesta quinta (28) e não possuía registro de comorbidades. Essa foi a primeira morte da doença registrada no município.

Brasileia

Uma idosa, de 77 anos, morreu após ser internada no dia 22 deste mês no Hospital Regional de Brasileia e morreu no dia 27. Era moradora de Brasileia e não tinha registro de comorbidade.

Bujari

Um idoso, de 92 anos, morreu no dia 25 na UPA do Segundo Distrito, em Rio Branco. Ele morava no Bujari e não tinha comorbidades. Essa foi a primeira morte pela doença no município.

Feijó

Homem, de 58 anos, que deu entrada no dia 4 deste mês no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, e faleceu nesta quinta (28). Era residente de Feijó, possuía doença renal crônica. Essa foi a primeira morte pela doença no município.

Porto Acre

Um idoso, de 82 anos, deu entrada no Pronto-Socorro de Rio Branco no dia 27 deste mês e veio a óbito nesta sexta (29). Era morador de Porto Acre e tinha hipertensão arterial.

Cruzeiro do Sul

Um homem, de 51 anos, que deu entrada no dia 5 deste mês no Hospital Regional do Juruá morreu no dia 23. Era morava em Cruzeiro do Sul e tinha comorbidades, mas a saúde não informou quais.

Outro homem, de 36 anos, que deu entrada no dia 16 deste mês no Hospital Regional do Juruá e morreu nesta quinta (28), foi a segunda vítima da doença que apareceu no boletim da saúde. Era residente de Cruzeiro do Sul e não tinha comorbidades.

Veja avanço dos casos de Covid-19 no Acre entre 24 a 31 de maio. Dados são acompanhados durante a semana. Fonte: Sesacre.

Números

A maioria das mortes ocorre no sexo masculino. Das 135 mortes, 84 são de homens e 51 de mulheres. Além disso, das vítimas, 73% apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde.

Até esta sexta, o Acre já fez 12.693 exames, sendo que 6.704 foram descartados, 5.841 confirmados e mais 148 seguem em análise. Consta ainda no boletim que 2.034 pessoas são consideradas curadas da doença e 100 estão internadas.

Casos de Covid-19 por cidades

Acrelândia1588 a mais
Assis Brasil231 a mais
Brasileia351 a mais
Bujari432 a mais
Capixaba361 a mais
Cruzeiro do Sul62721 a mais
Epitaciolândia592 a mais
Feijó81 a mais
Mâncio Lima235 a mais
Manoel Urbano00
Marechal Thaumaturgo775 a mais
Plácido de Castro1632 a mais
Porto Acre745 a mais
Rio Branco3.895135 a mais
Rodrigues Alves123 a mais
Santa Rosa do Purus110
Sena Madureira20914 a mais
Senador Guiomard12319 a mais
Porto Walter20
Tarauacá22411 a mais
Xapuri395 a mais

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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