Economia e Negócios
Brasil cria 173 mil empregos formais, no melhor resultado para fevereiro em cinco anos
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7 anos atrásem
Maior saldo de vagas (112.412) aconteceu no setor de serviços. No primeiro bimestre, dados oficiais apontam para abertura de 211.474 empregos com carteira assinada.
A economia brasileira gerou 173.139 empregos com carteira assinada em fevereiro deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Ministério da Economia.
O saldo positivo é a diferença entre as contratações (1.453.284) e as de demissões (1.280.145) no período.
Trata-se do melhor resultado para meses de fevereiro desde 2014, quando foram criados 260.823 empregos formais. É o melhor saldo para esse mês em cinco anos.
Resultado ‘expressivo’
O secretário-especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, avaliou que o número da geração de empregos formais em fevereiro foi “bastante expressivo”, ficando bem acima do que o mercado financeiro estimava (ao redor de 82 mil vagas criadas).
“É uma demonstração de que as mudanças propostas na economia, com flexibilização, desburocratização, retirada de entraves e uma visão mais liberal, passam confiança à economia real, no sentido de retomar o processo de contratações”, declarou ele.
Marinho acrescentou que a expectativa da área econômica do governo é de que essa “pegada” na criação de vagas com carteira assinada seja mantida. Ele lembrou que o equilíbrio nas contas públicas, meta perseguida pelo governo, vai favorecer a geração de empregos.
“A pauta mais importante do governo é o equilíbrio fiscal, representado pela reforma da Previdência, que hoje é uma pauta de todo o país. Do Executivo, do Legislativo e do Judiciário”, concluiu.
A economia brasileira gerou 173.139 empregos com carteira assinada em fevereiro deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Ministério da Economia.
O saldo positivo é a diferença entre as contratações (1.453.284) e as de demissões (1.280.145) no período.
Trata-se do melhor resultado para meses de fevereiro desde 2014, quando foram criados 260.823 empregos formais. É o melhor saldo para esse mês em cinco anos.
Resultado ‘expressivo’
O secretário-especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, avaliou que o número da geração de empregos formais em fevereiro foi “bastante expressivo”, ficando bem acima do que o mercado financeiro estimava (ao redor de 82 mil vagas criadas).
“É uma demonstração de que as mudanças propostas na economia, com flexibilização, desburocratização, retirada de entraves e uma visão mais liberal, passam confiança à economia real, no sentido de retomar o processo de contratações”, declarou ele.
Marinho acrescentou que a expectativa da área econômica do governo é de que essa “pegada” na criação de vagas com carteira assinada seja mantida. Ele lembrou que o equilíbrio nas contas públicas, meta perseguida pelo governo, vai favorecer a geração de empregos.
“A pauta mais importante do governo é o equilíbrio fiscal, representado pela reforma da Previdência, que hoje é uma pauta de todo o país. Do Executivo, do Legislativo e do Judiciário”, concluiu.
Primeiro bimestre
Os números oficiais do governo mostram também que, nos dois primeiros meses deste ano, foram criados 211.474 empregos com carteira assinada.
Já nos últimos 12 meses, segundo o Ministério do Trabalho, foi registrada a criação de 575.226 postos de trabalho formais.
Com o resultado de fevereiro, o estoque de empregos estava, no final daquele mês, em 38.622 milhões de vagas, contra 38.047 milhões no mesmo mês de 2018.
Por setores
Os números do governo revelam que, em fevereiro, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados aconteceu no setor de serviços. Já a agropecuária foi o único setor que mais demitiu do que contratou.
- Indústria de Transformação: +33.472
- Serviços: +112.412
- Agropecuária: -3.077
- Construção Civil: +11.097
- Extrativa Mineral: +985
- Comércio: +5.990
- Administração Pública: +11.395
- Serviços Industriais de Utilidade Pública: +865
Dados regionais
Segundo o governo, houve criação de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em quatro das cinco regiões do país em fevereiro deste ano.
- Sudeste +101.649
- Sul: +66.021
- Centro-Oeste: +14.316
- Norte: + 3.594
- Nordeste: – 12.441
O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 20 tiveram saldo positivo (criação de empregos formais) em fevereiro deste ano.
Os maiores saldos positivos de emprego ocorreram em São Paulo (+62.339), Minas Gerais (+26.016) e Santa Catarina (+25.304 vagas).
Os maiores volumes de demissões foram registrados em Pernambuco (-12.396), Alagoas (-2.255) e Rio Grande do Norte (-2.249).
Trabalho intermitente
Segundo o Ministério do Trabalho, foram realizadas 8.299 admissões e 3.953 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em fevereiro deste ano. Com isso, houve um saldo positivo de 4.346 empregos no período.
O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.
Foram registradas ainda, no mês passado, 8.518 admissões em regime de trabalho parcial e 5.114 desligamentos, gerando saldo positivo de 3.404 empregos.
Salário médio de admissão
O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.559,08 em fevereiro. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve alta de 0,06%, ou R$ 0,89, no salário de admissão, na comparação com o mesmo mês de 2018.
Em relação a janeiro de 2019, porém, houve uma queda real de 4,13%, ou de R$ 67,13, no salário médio de admissão, informou o Ministério da Economia.
Primeiro bimestre
Os números oficiais do governo mostram também que, nos dois primeiros meses deste ano, foram criados 211.474 empregos com carteira assinada.
Já nos últimos 12 meses, segundo o Ministério do Trabalho, foi registrada a criação de 575.226 postos de trabalho formais.
Com o resultado de fevereiro, o estoque de empregos estava, no final daquele mês, em 38.622 milhões de vagas, contra 38.047 milhões no mesmo mês de 2018.
Por setores
Os números do governo revelam que, em fevereiro, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados aconteceu no setor de serviços. Já a agropecuária foi o único setor que mais demitiu do que contratou.
- Indústria de Transformação: +33.472
- Serviços: +112.412
- Agropecuária: -3.077
- Construção Civil: +11.097
- Extrativa Mineral: +985
- Comércio: +5.990
- Administração Pública: +11.395
- Serviços Industriais de Utilidade Pública: +865
Dados regionais
Segundo o governo, houve criação de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em quatro das cinco regiões do país em fevereiro deste ano.
- Sudeste +101.649
- Sul: +66.021
- Centro-Oeste: +14.316
- Norte: + 3.594
- Nordeste: – 12.441
O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 20 tiveram saldo positivo (criação de empregos formais) em fevereiro deste ano.
Os maiores saldos positivos de emprego ocorreram em São Paulo (+62.339), Minas Gerais (+26.016) e Santa Catarina (+25.304 vagas).
Os maiores volumes de demissões foram registrados em Pernambuco (-12.396), Alagoas (-2.255) e Rio Grande do Norte (-2.249).
Trabalho intermitente
Segundo o Ministério do Trabalho, foram realizadas 8.299 admissões e 3.953 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em fevereiro deste ano. Com isso, houve um saldo positivo de 4.346 empregos no período.
O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.
Foram registradas ainda, no mês passado, 8.518 admissões em regime de trabalho parcial e 5.114 desligamentos, gerando saldo positivo de 3.404 empregos.
Salário médio de admissão
O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.559,08 em fevereiro. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve alta de 0,06%, ou R$ 0,89, no salário de admissão, na comparação com o mesmo mês de 2018.
Em relação a janeiro de 2019, porém, houve uma queda real de 4,13%, ou de R$ 67,13, no salário médio de admissão, informou o Ministério da Economia.
Portal de Notícias/G1
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Economia e Negócios
Estatística aplicada ao esporte: o que os números realmente medem
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9 horas atrásem
20 de agosto de 2026A estatística é a ciência que estuda as probabilidades e seu uso vem crescendo continuamente no mundo moderno – no meio empresarial, no apoio a outras áreas da ciência e em muitos outros locais há uma vasta gama de usos que podem beneficiar quem entende bem esta ferramenta.
No mundo esportivo isso não é diferente, e ela se torna também uma das ferramentas de análises de apostas esportivas mais poderosas (e não à toa é utilizada também pelas próprias casas de apostas, inclusive para formular as odds). Os esportes são um belo exemplo de como isso pode ser utilizado, e falaremos mais sobre o assunto nos tópicos a seguir.
A estatística no futebol
O esporte mais popular do mundo está sempre em constante evolução e é um belo exemplo também para outras áreas, embora ele tenha também bebido de áreas que chegaram antes, como o mundo empresarial. Porém, essas são áreas interligadas e mesmo gerentes de clubes que usam a estatística em outros setores também podem ter trazido isso para o meio esportivo.
O importante é que essa ciência tem toda uma série de usos que não se resume apenas ao campo, embora venha se tornando cada vez mais importante também para melhorar o rendimento das equipes, como é possível ver a seguir.
Utilizando a estatística para melhorar o esporte como negócio
Uma das áreas que mais pode se beneficiar da estatística é a gestão. No Brasil, por exemplo, muitos clubes não conseguem sequer precificar seus ingressos de maneira eficaz, e o que mais se vê são estádios vazios (muitas vezes por conta de ingressos mais caros).
A Fifa, durante a Copa do Mundo, utilizou um modelo que inclui a inteligência artificial para precificar os ingressos, e o resultado acabou sendo um sucesso. A poucas semanas do evento, havia críticas sobre os preços, mas o que se viu foram estádios lotados durante todo o evento – e isso graças ao modelo.
Obviamente que a Copa do Mundo é um evento gigantesco que atrai os mais diferentes tipos de público, com pessoas vindo de vários lugares para acompanhar os jogos e essa é uma realidade bem distante do Brasil, mas isso não quer dizer que um modelo parecido não possa ser utilizado para que os clubes daqui consigam um equilíbrio entre receitas e estádios mais cheios.
A estatística dentro do campo
Nos últimos anos, a estatística tem revolucionado o modo como assistimos aos jogos. O futebol é um esporte onde muitas vezes as estatísticas mais básicas não conseguem explicar o que acontece em campo – times com mais chutes a gol, por exemplo, acabam perdendo jogos, e a posse de bola muitas vezes não quer dizer muita coisa.
Assim, com o aprimoramento de equipamentos tecnológicos, foi possível elaborar estatísticas como o xG, que mede a quantidade de gols esperados, descontando chutes que não levam perigo e lances ineficazes.
Não apenas isso, mas também com grande importância tem sido utilizadas ferramentas que medem a distância percorrida por um atleta durante um jogo, as ações desse jogador durante a partida e outros dados que permitem avaliar se ele cumpre com o esperado, melhorando também a análise de desempenho.
Os dados fora do campo ajudam a melhorar o desempenho em campo
A estatística não tem sido utilizada apenas para medir as ações dentro de campo. Ela trabalha com outras ciências, como a fisiologia, para poder gerenciar as equipes de maneira mais eficaz.
Um bom exemplo disso é a preparação física, que conta com tecnologias modernas para medir o desgaste, e assim poder evitar lesões – no caso, a estatística ajuda a concluir se é prudente ou não escalar um jogador numa determinada partida.
No fim do dia, essa também é uma utilização prática da estatística também com a medicina, outra área de enorme importância no mundo dos esportes (e especialmente no futebol, onde cada vez mais o número de jogos tem aumentado, assim como as chances de expor os atletas a lesões).
As limitações da estatística
A estatística é uma ferramenta muito útil, mas isso não quer dizer que possa ser utilizada para prever o futuro de maneira 100% precisa. Essa ciência pode ajudar a tomar decisões com uma precisão muito maior, mas fatores como sorte ou habilidade de um atleta continuam existindo – e é isso que torna o esporte algo tão fascinante, não sendo uma ciência exata.
Além disso, alguns dados podem ser inflados, como por exemplo troca de passes – se eles ocorrem no campo defensivo e não constroem nada, nem servem para ameaçar o adversário, há grandes chances de que também não tenham uma utilidade prática (a menos que o objetivo seja mesmo fazer o tempo passar).
O futebol, como dissemos anteriormente, muitas vezes não pode ser resumido apenas em estatísticas, embora a ciência venha avançando de modo a explicar melhor o que acontece no campo e essa é uma limitação inerente ao esporte.
Outras modalidades, como por exemplo o futebol americano, tem ampla utilização da estatística e é muito mais fácil de se entender o que ocorre durante um jogo ao olhar para os dados, sejam eles coletivos ou individuais – e o futebol da bola redonda poderia aprender um pouco com isso.
A estatística de gols esperados é uma das mais modernas e um grande exemplo de como a criatividade pode ser usada para melhorar o uso da estatística no esporte, sendo bem possível que no futuro sejam encontradas outras métricas que permitem entender melhor o funcionamento do esporte sem obrigatoriamente ter que assistir aos jogos.
Dessa forma pode-se entender melhor que a estatística não é algo mágico e que por si só não é algo que muda tudo, mas sim uma ferramenta que nas mãos certas pode ser bastante útil, podendo ser direcionada para conseguir objetivos dentro e fora das quatro linhas, melhorando os resultados de diversas maneiras diferentes.
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Economia e Negócios
A versão beta de “Fire Bull Farm” será lançada globalmente em 1º de agosto
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2 semanas atrásem
6 de agosto de 2026A iniciativa “Fazenda Touro de Fogo” tem origem na Zona Franca Integrada de Manaus, no Brasil, um importante polo agrícola da América Latina, e estabeleceu colaborações com mais de 100 instituições agrícolas de países em desenvolvimento em todo o mundo, como o Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA), o Fórum Regional Africano de Alimentação e Agricultura (RAAF), o Conselho Agrícola Sul-Africano (SACAU), agências agrícolas australianas e organizações de cooperação agrícola da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).
“Huoniu Farm” apresenta um ecossistema de agricultura digital Web 3.0 completamente novo, com dois módulos principais com lançamento previsto: o jogo de cultivo “Huoniu Farming” e o jogo de previsão “Huoniu Trade”. Aproveitando a tecnologia blockchain para conectar a agricultura virtual à agricultura real, “Huoniu Farm” serve como uma plataforma de ecossistema abrangente focada em operações agrícolas físicas, digitalização agrícola e distribuição transfronteiriça de produtos agrícolas. Com quase US$ 10 bilhões em ativos físicos globais, “Huoniu Farm” abrange países em desenvolvimento em todo o mundo e integra recursos de mais de 700 vinhedos de alta qualidade na América Latina, África, Austrália, Sudeste Asiático e Europa, criando assim uma nova economia agrícola digital baseada em ativos de risco (RWA) e impulsionada por organizações descentralizadas (DAOs).
O módulo “Fire Bull Farming” utiliza a agricultura virtual como plataforma para estabelecer um sistema de gêmeos digitais agrícolas. Aproveitando as características imutáveis e transparentes da tecnologia blockchain, a FTN permite que os usuários cultivem plantações online e acumulem dados de plantio no blockchain; todas as atividades de produção são registradas e verificadas na blockchain, enquanto simultaneamente mapeiam ativos agrícolas físicos offline. Essa abordagem implementa a tokenização de ativos agrícolas do mundo real (RWA), transformando terras agrícolas, produtos agrícolas e receitas de plantio em ativos digitais totalmente negociáveis, resolvendo assim o problema da liquidez limitada dos ativos agrícolas tradicionais.
O jogo blockchain “Fire Bull Trade” prevê tendências do mercado agrícola por meio da plataforma Polymaker, que integra um ecossistema financeiro DeFi descentralizado para estabelecer um mercado de negociação de valor agrícola sem intermediários. Aproveitando dados de mercado, dados climáticos e dados da cadeia de produção, a plataforma oferece acesso aberto a recursos de previsão de preços de produtos agrícolas, com contratos inteligentes executando automaticamente a liquidação de lucros; essa abordagem elimina o papel intermediário das instituições financeiras tradicionais, facilita a circulação eficiente de capital e permite que cada participante compartilhe de forma justa, imparcial e transparente os lucros agregados da indústria agrícola digital.
Todo o ecossistema adota um modelo autônomo baseado em DAO (Organização Autônoma Descentralizada), onde regras, mecanismos de distribuição de lucros e planos de desenvolvimento do setor são decididos coletivamente por meio de votação em comunidades, possibilitando verdadeiramente a cocriação, a cogovernança e os benefícios compartilhados, impulsionados pelos usuários. Com base nos fundamentos da internet de valor Web 3.0, integramos três domínios-chave — jogos virtuais baseados em blockchain, agricultura no mundo real e finanças descentralizadas (DeFi) — para estabelecer um sistema completo de circuito fechado: os jogos online acumulam ativos digitais; a agricultura no mundo real conecta esses ativos digitais à agricultura real; e o DeFi fornece serviços financeiros diversificados.
A “Fire Bull Farm” está enraizada na economia real da agricultura, aproveitando a tecnologia blockchain para desbloquear trilhões de yuans em ativos agrícolas existentes. No futuro, continuaremos a desenvolver e expandir mais ecossistemas, ampliar as colaborações com fazendas físicas, enriquecer a gama de produtos agrícolas baseados em ativos do mundo real (RWA), otimizar instrumentos financeiros descentralizados e fortalecer nossa estrutura de governança comunitária, permitindo que mais pessoas participem da agricultura digital a baixo custo e compartilhem a riqueza e as oportunidades decorrentes do desenvolvimento industrial.
Convidamos sinceramente nossos parceiros globais a se juntarem a nós no processo interno de testes beta e integração na “Fire Bull Farm”, explorando juntos um novo futuro para a economia agrícola digital da Web3! A FTN convida você a compartilhar conosco essa oportunidade de partilha de riquezas.
Evento de lançamento da estratégia global “Fire Bull Farm” da FTN
1º de agosto de 2026, na Zona Franca Integrada de Manaus, no Brasil, América Latina.
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Economia e Negócios
Comércio Interativo ganha força no Brasil com a chegada da VIVAMOMENTO ao polo empresarial da Vila Olímpia, em São Paulo
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2 semanas atrásem
3 de agosto de 2026À medida que a economia digital brasileira continua evoluindo, o setor de comércio eletrônico entra em uma nova fase de transformação. Cada vez mais plataformas estão indo além da competição baseada apenas em preços, passando a investir na experiência do cliente, no engajamento da comunidade e na construção de relacionamentos de longo prazo com os consumidores.
Por meio de programas de fidelidade, benefícios exclusivos de marcas, promoções por tempo limitado e iniciativas de engajamento da comunidade, as plataformas buscam aumentar a participação dos usuários e fortalecer a fidelização. Essa abordagem centrada no consumidor vem sendo associada ao conceito de Comércio Interativo (Interactive Commerce), que valoriza a interação, a fidelidade e a participação da comunidade ao longo de toda a experiência de compra.
Alinhada a essa tendência, a VIVAMOMENTO segue ampliando suas operações localizadas no Brasil. Com foco no VIVA FLASH, em programas de fidelidade, cupons de marcas parceiras e ações de engajamento da comunidade, a plataforma busca oferecer uma experiência de compra mais envolvente e recompensadora, ao mesmo tempo em que fortalece continuamente sua estrutura de atendimento e operação local.
Como parte importante de sua estratégia de localização, a VIVAMOMENTO estabeleceu um escritório na Vila Olímpia, um dos principais centros empresariais da cidade de São Paulo. O escritório encontra-se em fase final de preparação e tem previsão de iniciar oficialmente suas operações em setembro de 2026.
A nova unidade será responsável pelos serviços de atendimento aos usuários, desenvolvimento de parcerias com marcas, relacionamento com comerciantes e operações de comunidade, reforçando a estratégia de crescimento de longo prazo da plataforma no mercado brasileiro.
A Vila Olímpia é reconhecida como um dos principais polos de negócios de São Paulo, reunindo empresas multinacionais, companhias de tecnologia e organizações inovadoras. A presença da VIVAMOMENTO na região fortalecerá ainda mais sua capacidade operacional local e criará uma base sólida para futuras parcerias com marcas, empresas e comunidades brasileiras.
À medida que os consumidores valorizam cada vez mais experiências interativas e benefícios de longo prazo, espera-se que as operações localizadas e o conceito de Comércio Interativo desempenhem um papel cada vez mais relevante na evolução do comércio eletrônico brasileiro.
Empresa: Vivamomento Ltd.
Contato para a imprensa: Bianca
E-mail: adm@vivamomentowork.com.br
Website: vivamomento.com
Telefone: +55 94 1629-516
Localização: São Paulo – SP, Brasil
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