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Blocos abrem mão de prêmios e negociam com prefeita para manter desfile no carnaval no AC

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Presidente da FGB diz que prefeitura vai analisar as sugestões e deve se pronunciar posteriormente. Concurso para Realeza do Carnaval 2019 e de blocos foi cancelado para conter gastos.

Presidentes dos cinco blocos carnavalescos tradicionais da capital acreana lamentaram o cancelamento do concurso anunciado pela prefeitura de Rio Branco nesta segunda-feira (18) e disseram que foram pegos de surpresa.

Eles se reuniram com a prefeita Socorro Neri, nesta segunda, e apresentaram algumas propostas para tentar manter o evento.

Uma das ideias foi abrir mão da premiação do concurso para que fosse mantido apenas o desfile dos blocos. Conforme o edital, publicado no dia 29 de janeiro, o concurso iria premiar até o 3º colocado e o grande vencedor ganharia R$ 3,2 mil. O segundo lugar iria levar R$ 2,2 mil e o terceiro R$ 1,1 mil.

Além do concurso dos blocos, a prefeitura cancelou o concurso para a escolha de Realeza 2019. O concurso iria premiar até o 3º colocado, com troféu, e o grande vencedor ganharia R$ 2 mil e troféu.

O presidente da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil (FGB), Sérgio de Carvalho, disse que a prefeitura vai analisar as propostas apresentadas pelos blocos e que deve se pronunciar ainda nesta segunda. “A gente está buscando um outro formato que caiba na atual situação que está o município”, afirmou.

Blocos lamentam

O presidente do Bloco Sambase, vencedor do concurso em 2018, Isliano de Lima, mais conhecido como Sandrinho da Base, disse que já foram gastos cerca de R$ 8 mil. Segundo ele, já estava praticamente tudo pronto para o desfile deste ano.

“Desde dezembro que a gente começou os ensaios de terça a sexta. Samba-enredo pronto, comissão de frente ensaiando, rainha de bateria produzindo material e fazendo já dívidas contando com esse apoio que a gente recebe. Foi uma porrada na cabeça, por isso a gente pediu para se reunir com a prefeita e a conversa foi boa e existe a possibilidade de ter sim o desfile. Vamos aguardar”, disse Sandrinho.

O bloco Unidos do Fuxico também estava com samba enredo pronto, fazendo ensaios e com um investimento que já chega a R$ 15 mil, segundo o presidente Wellington Fraga.

“Estávamos nos preparando, gastando, costurando e ensaiando desde o dia 8 dezembro. Temos tema, samba-enredo, coreografia, comissão de frente e o carro já está pronto. Recebemos essa notícia ontem de supetão pelas redes sociais, corremos para a prefeitura e a prefeita nos atendeu. Ela apresentou os motivos, a gente colocou para ela situação e ela ficou de conversar com a equipe para dar uma nova resposta”, afirmou Fraga.

O presidente do Bloco Seis É Demais, Frank Costa, disse que o bloco já gastou cerca de R$ 12 mil com o desfile.

“Tivemos uma reunião com a prefeita, tentamos encontrar aí um meio termo e ela pediu para a gente esperar. Desde que terminou o carnaval do ano passado, a gente começou a trabalhar o tema desse ano. Fomos pegos de surpresa assim como todos os blocos, mas vamos aguardar”, disse.

O Bloco Sem Limites gastou cerca R$ 3,2 mil com a organização do bloco, segundo o presidente Altino Vieira. “Nós já estávamos ensaiando há mais de um mês, com samba-enredo pronto, bateria ensaiando e temos gastos para pagar. Agora fica difícil, mas a nossa esperança”, falou.

Esse seria o segundo ano de concurso do Bloco SPB e o presidente Chico Rafael conta que tiveram que investir em carro alegórico e fantasias, como era determinado pelo edital. Segundo ele, o bloco gastou quase R$ 9 mil.

“Já estávamos inscritos para o concurso e nos organizando desde dezembro. Quando foi ontem, fomos pegos de surpresa. Como somos um bloco novo, temos pouco material e nosso gasto é ainda maior. Mas, saí um pouco animado dessa conversa, a prefeita ficou sensibilizada e a gente tem esperança de que dê tudo certo”, afirmou Rafael.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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