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Bebê de 6 meses internado com Covid-19 morre em hospital após cirurgia no abdômen

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Ele ficou na UTI do pronto-socorro de Rio Branco após a cirurgia que ocorreu no sábado (30) e morreu nessa terça-feira (2), segundo médico.

Acre já tem mais de 6,5 mil casos de Covid-19 e 165 mortes pela doença.

O bebê de 6 meses que testou positivo para Covid-19 ao ser internado, na última quinta-feira (28), na Unidade Mista de Saúde de Acrelândia, no interior do Acre morreu nessa terça (2) no pronto-socorro de Rio Branco. A informação foi confirmada pelo diretor clínico da unidade de Acrelândia, o médico Rafael Lemos, que acompanhou o caso.

Lemos conta que o bebê precisou ser transferido para o pronto-socorro da capital acreana após 24 horas de internação na unidade de saúde do interior. O médico acompanhou a transferência da criança que foi feita em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

“Atendi o bebê, ele ficou internado aqui em Acrelândia durante 24h e eu levei ele na sexta-feira [29], através do Samu, para o pronto-socorro de Rio Branco e lá ele permaneceu internado. No teste rápido que fizemos aqui em Acrelândia confirmou Covid-19. Mas, ele teve outras complicações, que foi um abdômen agudo inflamatório e necessitou de cirurgia urgente, não resistindo ao procedimento”, disse o Lemos.

Sobre a causa da morte, o médico informou que, além do teste rápido que testou positivo para Covid-19, foi feito o exame por swab, teste que analisa secreção da garganta ou do nariz, no pronto-socorro e que aguardam resultado da contraprova. Ao G1, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) informou que ainda não tem a confirmação da causa da morte da criança.

“Ele teve uma complicação da Covid-19, que foi essa evolução para o abdômen agudo. É uma doença nova, que aparentemente está evoluindo para uma questão sistêmica, que está mexendo com todo organismo, não só com o pulmão e ele teve essa complicação. Então, na causa morte, além do abdômen agudo, Covid-19 também”, afirmou o médico.

No dia em que foi internado na Unidade Mista de Saúde de Acrelândia, a criança estava com febre, dificuldade de respirar, sem apetite e ainda com diarreia.

Com 158 casos positivos e um óbito, segundo último boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre, nessa terça-feira (2), Acrelândia é o município com a segunda maior taxa da doença proporcionalmente, ficando atrás somente da capital, Rio Branco.

Acre já tem mais de 6,5 mil casos de Covid-19 e 165 mortes pela doença.

Coronavírus no Acre

Acre confirmou mais 139 novos casos de Covid-19, de acordo com o boletim divulgado pela Sesacre nessa terça-feira (2). O número de infectados saltou de 6.326 para 6.465. As mortes também aumentaram para 165.

Além dos casos confirmados, mais 55 aguardam análise dos exames. A taxa de contaminação no estado é de 733,0 para cada 100 mil habitantes. Das 22 cidades apenas o município de Jordão não tem casos da doença.

Até esta terça, o Acre já fez 14.244 exames, sendo que 7.726 foram descartados, 6.465 confirmados e mais 55 seguem em análise. Consta ainda no boletim que 2.845 pessoas são consideradas curadas da doença.

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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



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