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Bandidos invadem casa e despejam mulher e as duas filhas em bairro no Acre
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7 anos atrásem
“Não tem como eu ficar aqui, dominam, se apossaram daqui. Estou sofrendo ameaças, disseram que vão acabar com tudo aqui dentro”. O relato é de uma dona de casa de 21 anos, que teve a casa invadida, no bairro Sapolândia, em Rio Branco, e todos os pertences furtados.
A mulher, que pediu para não ter o nome divulgado, diz que os criminosos foram na casa dela na terça-feira (2) e tentaram entrar, mas ela se trancou com a filhas, de 1 e 5 anos. Com medo, a mãe saiu de casa e retornou nesta quinta (4) com a polícia, mas os criminosos tinham fugido com todos os objetos.
“Não sei para onde vou, estou sendo despedida da minha própria casa, não tenho dinheiro para pagar aluguel e nem para nada. Morava dentro da minha casa, não pagava aluguel. Não foi só comigo, tem outras casas que chegaram [e mandaram embora]”, lamentou.
Durante os dois dias que ficou fora, a moradora afirma que os criminosos passaram a ocupar a casa. Nesta quarta, ela chamou a polícia para tentar retornar para o bairro, mas foi surpreendida pelo furto.
Sai da minha casa, não ia ficar sozinha. Liguei pro meu padrasto, que veio e me levou. Saí fugida, aí viram que eu não estava em casa, entraram para dentro da minha casa. Levaram quase tudo, máquina, centrífuga, som e até os brinquedos da minha filha. Levaram minha feira, as fraldas da minha filha, não tenho um real para nada”, desabafou.
A mulher nega que tenha envolvimento com crime ou facções criminosas. Ela contou que mora só com as filhas desde que o marido foi preso por homicídio. Porém, segundo ela, a expulsão não tem nada a ver com a prisão do companheiro.
“Não é nada com meu marido, porque não sou de nenhum facção, nem o meu marido. Foi preso por homicídio, foi julgado e vai ser inocentado, porque na época dos fatos a gente não morava aqui”, garantiu.
Ação da PM
Ao G1, o comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar do Acre (4BPM), major Felipe Russo, falou que a polícia fez uma varredura no bairro e conseguiu prender quatro pessoas, além de apreender uma adolescente de 13 anos, um revólver e recuperar alguns móveis.
“A Polícia Militar chegou com muita celeridade, prendemos as pessoas e apreendemos um revólver. Foram homens do 4º Batalhão com a ajuda do Bope. Já estava prevista uma ação naquela área, a guarnição já estava atenta e só antecipamos”, frisou.
Russo falou que mais de uma pessoa teve objetos furtados no bairro. Segundo ele, os objetos furtados foram encontrados em outras casas ou na parte de trás de quintais.
“Fizeram isso em outras casas também, mas tudo foi recuperado”, complementou.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.