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“As pessoas preferem procurar facções do que a polícia que demora demais”, diz pastor de Uber assassinado

Folha do Acre, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Thiago Pantoja, pastor de uma igreja evangélica localizada no bairro Santa Inês e líder espiritual do motorista de aplicativo Uber, Alberto Silva, morto a tiros no último sábado (3), afirmou que estão tentando plantar informações que afetam a honra do motorista para que a Segurança Pública se livre da responsabilidade de dar uma resposta a respeito da morte de um homem honesto.

Thiago, que foi uma das pessoas que encontrou o corpo, diz ainda que a polícia foi negligente em iniciar as buscas a respeito de Alberto.

“Nós, irmãos da igreja, o monitorávamos pelo aplicativo por preocupações e nesse dia quando vi ele estava várias horas parado no mesmo lugar. Comunicamos a polícia, pois sabíamos que havia algo errado. Foram negligentes, pois disseram que ainda não dava para considerá-lo como desaparecido. Em um estado violento como o nosso e com indícios de crime eles teriam que ter agido. Infelizmente esperaram demais e o encontraram morto”, diz.

Sobre tentar manchar a imagem do motorista, o pastor garante a integridade do rapaz que, segundo ele, se criou dentro de princípios cristãos.

“Eles estão tentando manchar a imagem do nosso irmão Alberto para dizer que ele estava envolvido com bandidagem para não terem responsabilidade sobre o caso. Isso não vai prevalecer. Alberto era um homem trabalhador, sério, membro da nossa igreja. Quando nós pedimos ajuda e ainda talvez desse tempo de salvar a vida dele. eles não nos ajudaram e quando o encontramos ele já estava morto. Quem o encontrou foi eu, a população chegou primeiro ao local onde estava o corpo do que a polícia”, diz.

O pastor pediu providências à Segurança Pública. “Precisamos da polícia na rua, que o coronel Ulysses pare de dar palestras no exterior e venha para as ruas. Hoje as pessoas quando são assaltadas procuram os líderes de facção e não a polícia e isso mostra descredibilidade”, diz.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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