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Após cumprir agendas no Acre, Prem Baba reconhece ter abusado da confiança de fiéis, mas nega comparação com João de Deus

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Com cabelos curtos e sem a longa barba que lhe era peculiar, o guru Sri Prem Baba falou pela primeira vez após a revelação feita pela revista Época de que teve relações sexuais com três discípulas, duas delas casadas , que afirmaram ter sofrido abusos. Em entrevista à revista Veja, Baba disse que se arrepende dos relacionamentos, e reitera que tudo foi consensual. “Não tenho nada a ver com o João de Deus”, diz, referindo-se ao curandeiro acusado de estuprar seguidoras.

— Houve um erro moral — reconheceu na entrevista —. Mas o que vou fazer, me matar? Vou dizer com muita clareza: não sou um abusador. Eu me conheço bem o suficiente para afirmar que jamais serei. Realizo meu trabalho com seriedade e compromisso, o qual foi construído ao longo de muito tempo e dedicação. Cerca de 70% da minha comunidade é formada por seguidoras mulheres. E eu respeito todas elas.

Após as denúncias feitas pela Época em setembro do ano passado, Prem Baba (“pai de amor”, em sânscrito) passou algum tempo recluso na Índia e nos Estados Unidos, antes de retornar ao Brasil.

Na entrevista, o guru revela que sua clientela sumiu e que “deixou de ser pop”, e anuncia que vai começar um ciclo “com mais simplicidade”. A exemplo do médium João de Deus, Baba se tornou amigo e conselheiro de celebridades como Reynaldo Gianecchini, Bruna Lombardi e Marcio Garcia e virou figura frequente em colunas sociais de jornais.

— Algumas pessoas me chutaram e fizeram bullying, outras ficaram neutras, com receio de o escândalo respingar na imagem delas. Mas houve quem ofereceu a mão para me levantar. Eu fiquei menor — afirmou à Veja. — Volto com uma comunidade sem o mesmo tamanho, houve uma fuga de gente.

Os maridos das duas seguidoras com quem o guru se relacionou disseram à epoca das denúncias que Braba afirmava ser celibatário. Na entrevista, o guru afirma fazer parte da linhagem Brahma Chakra, “que nos leva a nos libertar da dependência do sexo”, mas diz que anular a prática sexual não é uma obrigação.

— Posso transar se quiser, mas já passei muitos anos sem sexo. Não há contradição. Não pratico o caminho da proibição, mas o da transcendência. Canalizo energia para o meu trabalho espiritual.

Por O GLOBO

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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