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Anabolizantes: médico e garçon viram réus e têm 10 dias para apresentar defesa

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O médico Giovanni Bady Casseb e o garçom Whendel da Silva Rodrigues
Passaram da condição de acusados para réus no processo que apura a distribuição e comercialização de anabolizantes em Rio Branco. A decisão é do juiz da 3º Vara Criminal Raimundo Nonato Maia, que recebeu a denúncia do Ministério Público Estadual.

No relatório, o magistrado disse que em princípio está evidenciada a materialidade e autoria do crime, por meio do inquérito policial instaurado pela DENARC. A partir de agora, o médico Giovanni Casseb e o garçom Whendel Rodrigues terão o prazo de 10 dias para responder por escrito a acusação.

Na mesma decisão, o juiz negou o pedido de instauração do inquérito quanto aos indiciados Marcio Cezar Garcia e Eleidir Pereira Wolter Junior. E ainda autorizou o garçom frequentar a faculdade até às 11:30 da noite, mas não poderá manter contato com os demais acusados.

O caso dos anabolizantes

A investigação foi conduzida pelo Delegado Pedro Resende, que flagrou o garçom Whendel Rodrigues recebendo um carregamento de medicamentos sem autorização da anvisa. Na época Whendel foi preso em flagrante. Na casa do acusado os policiais apreenderam 15 mil reais em dinheiro e mais anabolizantes.

Uma semana depois o médico Giovanni Casseb teve a prisão preventiva decretada. Atualmente os dois réus estão em liberdade, mas o garçom cumpre medidas cautelares, estabelecidas pela justiça. O próximo passo do processo é a audiência de instrução e julgamento, que ainda vai ser marcada a data.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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