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Segurança Pública

Agentes penitenciários são demitidos acusados de envolvimento com o crime no Acre

Contilnet, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Outros três agentes estão sendo investigados por facilitação de fuga de presos

O novo diretor do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), Lucas Bolzoni, publicou no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (21), as exonerações de dois agentes penitenciários, ambos acusados de envolvimento com o crime organizado e de facilitar a comunicação de presos de dentro dos complexos com o mundo externo.

No primeiro caso, o agente penitenciário demitido de suas funções, M.V da S,, chegou a ser preso no ano passado,  acusado de entrar no presídio de segurança máxima Antônio Amaro Alves, levando consigo munição de uso restrito e que seriam entregues aos detentos.

Já o agente penitenciário, também exonerado, J. dos S. F., foi preso em flagrante também no ano passado, após deixar dois celulares na ventilação de uma das celas da unidade prisional Evaristo de Morais, em Sena Madureira, no interior do Acre. ´

À época, o delegado que investiga o caso, Marcos Frank, informou que o agente J. dos S. F, confessou o crime e afirmou que estava sendo ameaçado pelos detentos.

Além dessas duas primeiras exonerações, o diretor do Iapen também afastou mais três agentes penitenciários de suas funções, tendo em vista, esses serão investigados por facilitação de fuga.

Por telefone, Lucas Gomes disse que essas exonerações e afastamento de agentes penitenciários acusados de delitos é apenas o começo.

“Queremos moralizar nossos presídios. Não é compatível com as funções de um agente penitenciário colaborar com o crime. O agente penitenciário é contratado para cumprir a lei e a ordem e não compactuar ou fazer parte de grupos de facções”, disse o diretor.

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ACRE

Morador de rua é morto a golpes de tijolo na cabeça no dia do seu aniversário em Rio Branco

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Um morador de rua identificado como Darcy da Costa Coelho, de 61 anos, mais conhecido por populares como ‘Didi’, foi agredido até a morte a golpes de tijolo no dia do seu aniversário, neste sábado, 12. O crime aconteceu por volta das 5h da manhã em uma pizzaria abandonada localizada na travessa Martiniano Prado, nas proximidades do Canal da Maternidade, no bairro Capoeira, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Darcy atualmente morava em um quarto cedido pelo proprietário da pizzaria abandonada, mas ao chegar no local para dormir encontrou um outro morador de rua identificado como Gago. A vítima e o agressor entraram em discussão e o criminoso em posse de um tijolo desferiu vários golpes que atingiu a cabeça de Darcy. Mesmo ferido, o homem ainda andou pouco metros e caiu ao lado do muro da pizzaria. Após a ação, o autor do crime fugiu do local.

Pela manhã populares que passavam pelo local encontraram ‘Didi’ caído e quando se aproximaram o encontraram morto.

A Polícia Militar foi acionada até ao local e isolou a área para os trabalhos do Perito em criminalística, que constatou que Darcy estava com um afundamento no crânio sofrido pela agressão.

A polícia colheu o nome e as características do agressor e durante patrulhamento na região não conseguiu prendê-lo.

O corpo de Darcy foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavérico.

O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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ACRE

Acusados de matar agente penitenciário no AC são condenados a mais de 67 anos de prisão

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os três acusados de matar o agente penitenciário Gilcir Silva Vieira, de 38 anos, em Cruzeiro do Sul (AC), em 2018, foram condenados a mais de 67 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado e organização criminosa. O júri popular do trio ocorreu na quinta-feira (10) pelo Tribunal do Júri.

O servidor público foi executado a tiros de pistola no km 2 da AC-405, perto de um posto de lavagem de Cruzeiro do Sul. Ele havia saído de casa para consertar o pneu de uma moto e, quando retornava, foi seguido e executado. Os tiros atingiram as pernas, braço e cabeça. Vieira era agente penitenciário desde 2012 e deixou a mulher uma filha de 14 anos.

Um dia após o crime, Paulo Alves Barros, de 23 anos, e José Jeferson Alves foram presos durante a Operação Focus. A Polícia Civil informou, na época, que foram usadas imagens de câmeras de segurança de onde o crime ocorreu para ajudar na elucidação do caso. As investigações apontaram que o agente estava sendo seguido pela dupla, que confessou o crime à polícia.

Paulo Barros e José Jeferson foram condenados pela morte de agente penitenciário — Foto: Adelcimar Carvalho/Arquivo

Paulo Barros e José Jeferson foram condenados pela morte de agente penitenciário — Foto: Adelcimar Carvalho/Arquivo

As investigações apontaram que o agente estava sendo seguido pela dupla, que confessou o crime à polícia.

Além de Paulo Barros e José Jeferson Alves, a Justiça condenou também José Eliton Ferreira pelo crime de organização criminosa. Segundo a denúncia, Paulo Barros foi quem atirou na vítima e José Jeferson dirigia a motocicleta usada no crime.

G1 não conseguiu contato com as defesas dos acusados.

O Ministério Público do Acre (MP-AC) informou que o trio faz parte de uma organização criminosa e recebeu ordens para matar o servidor público.

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