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Acre comemora 58 anos de emancipação política com solenidade de troca de bandeiras, em Rio Branco

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Solenidade da troca de bandeiras foi realizada na manhã desta segunda-feira (15), no calçadão da Gameleira, em Rio Branco.

O estado do Acre completa 58 anos de emancipação política nesta segunda-feira (15). A data é celebrada pelo governo do estado com uma troca de bandeiras no mastro que fica Calçadão da Gameleira, no Segundo Distrito de Rio Branco. No início da solenidade foi feito um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da Covid-19.

O Acre foi elevado à categoria de Estado em 1962, quando o então presidente do Brasil, João Goulart, assinou em Brasília (DF) a lei que elevou o território federal do Acre a estado. A lei foi criada pelo deputado federal José Guiomard dos Santos.

Solenidade teve a presença do governador do Acre, Gladson Cameli, do ministro interino da Saúde, Eduardo Pazzuelo, entre outras autoridades locais — Foto: Alcinete Gadelha/G1

Solenidade teve a presença do governador do Acre, Gladson Cameli, do ministro interino da Saúde, Eduardo Pazzuelo, entre outras autoridades locais — Foto: Alcinete Gadelha/G1.

O governador do Acre, Gladson Cameli, homenageou o povo acreano e falou das dificuldades enfrentadas por todos os seres humanos nesse momento de pandemia. Na oportunidade foi feita a entrega da Comenda da Medalha de Plácido de Castro.

“São 58 anos de emancipação política e que representam não somente o marco da nossa autonomia administrativa, mas a consolidação dos nossos sonhos, de ideais que estão e vão continuar através das nossas gerações que aqui estão e que ainda virão. Por isso, tenho a honra de registrar a presença do senhor Lauro Santos, neto do ex-governador José Guiomard Santos, que simboliza para todos nós a luta e a coragem a favor da soberania do Acre”, disse.

Gladson falou da luta do povo acreano e das vitórias e dificuldades enfrentadas durante os anos.

“Estamos aqui para prestar reverência a esta data alusiva ao aniversário do nosso estado, que nos remete uma história de grandes embates, grandes lutas, mas, também, de grandes glórias. Esses dias não têm sido fáceis, essa pandemia tem sido não só um aprendizado, tem sido um desafio, uma luta que travamos agora, não mais por território, mas por vidas, por pessoas, a humanidade enfrenta um inimigo que impõe medo e tem colocado à prova a nossa coragem”, afirmou.

Feita a entrega da comenda medalha Plácido de Castro — Foto: Alcinete Gadelha/G1

Feita a entrega da comenda medalha Plácido de Castro — Foto: Alcinete Gadelha/G1

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazzuello, falou do momento em que a população de todo o mundo está vivendo no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

“Nesse momento, temos que parar e entender que somos muito maiores do que o coronavírus, vamos vencer essa batalha, essa guerra, e a vida vai continuar. Nosso país, o nosso estado do Acre, vão progredir e é assim que funciona, ao final estaremos mais fortes, estaremos mais unidos, ao estaremos com menos diferenças e essa é a grande mensagem, é um grande prazer e uma honra estar aqui com a minha equipe trocando ideias, passando o que a gente já aprendeu até agora e aprendendo também com os senhores para que a gente possa levar as experiências e difundi-las pelo Brasil”.

Pazzuello admitiu que o Sistema Único de Saúde (SUS) precisa de melhorias, mas afirmou que o governo federal trabalha pra tentar resolver da melhor forma possível.

“A gente tem que compreender que o SUS brasileiro é efetivamente a melhor arma que temos para enfrentar essa pandemia, é um exemplo para o mundo de como lidamos com a Saúde no Brasil. Têm problemas? Como é que não teria?, Claro que têm problemas, claro que têm oportunidade de melhorias, estamos trabalhando nisso todos os dias, mas estamos juntos aqui, viajamos para demonstrar que somos uma grande estrutura. Gostaria de agradecer a oportunidade de estar aqui com a minha equipe e dizer que contem conosco em qualquer situação, o governador, o vice-governador, todos os deputados que estão presentes, a prefeita, e todos os que estão aqui conosco”, garantiu.

Solenidade de troca da bandeira foi feita na Gameleira, em Rio Branco — Foto: Alcinete Gadelha/G1

Solenidade de troca da bandeira foi feita na Gameleira, em Rio Branco — Foto: Alcinete Gadelha/G1.

Bandeira do Acre

A bandeira do Acre foi feita durante o período da Revolução Acreana, durante o governo de Luís Galvez Rodriguez de Arias, de 1899 a 1900.

“Nesse período em que foi proclamado o estado independente do Acre, que era uma república cujo presidente era o Espanhol Luís Galvez, ele criou essa bandeira”, conta o historiador Marcos Vinícius Neves.

A bandeira originalmente foi criada representando os tratados de limites.

O historiador explica que a bandeira tinha a diagonal invertida, em relação ao que é hoje. Tinha a inclinação da direita em cima e da esquerda embaixo, porque era a representação do tratado de Madri, de 1750; tratado de Ayacucho, de 1867. E, depois, o que viria a ser o Tratado de Petrópolis, a nova configuração da fronteira depois da Revolução Acreana. Então, essas três fronteiras faziam uma linha horizontal, uma diagonal descendo da esquerda para a direita e a outra horizontal embaixo.

“A partir dessa representação, ele usou verde e amarelo porque eram as cores da bandeira do Brasil. E o objetivo do estado independente era ser anexado ao Brasil, por isso verde e amarelo iguais as cores da bandeira brasileira e a estrela vermelha que foi acrescentada dizia respeito à Revolução Francesa por isso, ela vinha no canto superior esquerdo”, acrescenta o historiador.

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Balneários de Brasiléia são fechados por falta de segurança

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os balneários Kumarurana e Jarinal, localizados na zona rural do município de Brasiléia, foram fechados no último fim de semana, pelo 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sediado naquele município, por não estarem cumprindo as normas de segurança.

Bastante frequentados pela população da região da fronteira e de outros municípios do estado, os espaços de lazer foram notificados a reabrir somente depois que se adequarem às exigências legais, principalmente contratando o serviço de salva-vidas.

“O local oferece esses banhos e cobram entrada das pessoas. Os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia tem esses profissionais devidamente treinados e qualificados que deveriam estar oferecendo segurança aos banhistas”, explicou o sargento Vivian.

A ida do Corpo de Bombeiros aos balneários, com o apoio da Polícia Militar, se deu após denúncia de irregularidades. Nos locais, foi confirmada a falta do Atestado de Funcionamento e os banhistas tiveram que deixar a água por medida de segurança.

Em um dos casos, os militares foram desacatados por um frequentador em visível estado de embriaguez. O homem recebeu voz de prisão foi detido por desacato, sendo levado à delegacia onde foi ouvido e liberado.

Os estabelecimentos poderão responder jurídica e administrativamente caso reabram sem tomar as medidas de segurança exigidas para o seu funcionamento. Entre as possíveis sanções estão multa e perda do alvará de funcionamento.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Taxa de ocupação em leitos de UTI para a Covid-19 é de 30% no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 30% nesta segunda-feira (14).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 126 internações em leitos do SUS, 80 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 27 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 38,6%.

A menor taxa de ocupação está na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, nenhum está ocupado, registrando 0% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 23 estão ocupados, registrando 24,2% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, não há registro de uma ocupação de leitos de enfermaria num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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