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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de ConvivĂȘncia â Universidade Federal do Acre
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7 dias atrĂĄsem
12 de março de 2026A PrĂł-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio Ă s Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h Ă s 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de ConvivĂȘncia do campus-sede. O evento Ă© dedicado Ă inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negĂłcios de impacto real. As inscriçÔes sĂŁo gratuitas e estĂŁo abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiĂȘncias, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negĂłcios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentaçÔes, painel e palestra, alĂ©m de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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1 semana atrĂĄsem
10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elĂ©trico em diversos paĂses, cresce a discussĂŁo sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestĂŁo de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai alĂ©m da simples comercialização de energia renovĂĄvel. Seu objetivo Ă© construir uma base digital para geração distribuĂda, redução de emissĂ”es e uso colaborativo de energia. Ă medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatĂłrios, critĂ©rios como origem comprovada da energia, transparĂȘncia nos registros e liquidação segura das transaçÔes deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatĂłrios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondĂȘncia horĂĄria de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificĂĄvel e auditĂĄvel.
A economia verde ainda enfrenta obståculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovåvel e seu consumo final. A apuração de emissÔes costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informaçÔes energéticas.
Na arquitetura da plataforma, hå conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transaçÔes, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Jå na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não estå apenas no crescimento de usuårios ou no volume de negociaçÔes, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditåveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentåvel.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicĂdio â Universidade Federal do Acre
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1 semana atrĂĄsem
9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, sĂmbolo de conscientização sobre o feminicĂdio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.Âș 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de trĂȘs bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vĂtimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
SĂŁo dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), alĂ©m de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e polĂticas de conscientização sobre a violĂȘncia contra a mulher. âA violĂȘncia nĂŁo se caracteriza apenas em matar, tambĂ©m se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.â
A secretĂĄria de Estado da Mulher, MĂĄrdhia El-Shawwa, ressaltou a importĂąncia de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicĂdio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violĂȘncia contra a mulher nĂŁo pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar tambĂ©m a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho tambĂ©m ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho UniversitĂĄrio n.Âș 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da polĂtica de prevenção e combate ao assĂ©dio moral, sexual, discriminaçÔes e outras violĂȘncias, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indĂgena, pessoas com deficiĂȘncia e LGBTQIAPN+ no Ăąmbito da Ufac em local fĂsico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de ReferĂȘncia Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a prĂł-reitora de Desenvolvimento e GestĂŁo de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a prĂł-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a prĂł-reitora de Pesquisa e PĂłs-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensĂŁo InfĂąncia Segura, Alcione Groff; o secretĂĄrio de Estado de SaĂșde, Pedro Pascoal; a defensora pĂșblica e chefe do NĂșcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e GĂȘnero da DPE-AC, Clara RĂșbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção Ă Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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